Sentada no silêncio,
entregue à penumbra
estendo as mãos,
mas da limpidez
e da frescura das fontes
os dedos tocam só a memória.
De quando em quando,
há ainda uma rã que me ensina
o desgaste das pedras,
a verdura dos limos,
há ainda o odor dos pomos
que, debruçados,
trocam serenas palavras com a água.
Junho de 2009

Muito bonito, o poema e a imagem!
ResponderEliminarBeijinhos, bom fim-de-semana😊📚🌼☕
Muito obrigada, Isabel. Já tinha visto o teu comentário, no email, mas tenho sido uma "desnaturada", pelo que peço desculpa.
EliminarBom fim de semana. Beijinhos :)
Excelente artigo!
ResponderEliminarSe tiverem oportunidade, convido-vos também a visitar o meu blog: noite.blix.pt
Se o seguirem, terei todo o gosto em retribuir e seguir o vosso.
Obrigada!
Muito obrigada, Sara. Hei de passar por lá.
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