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terça-feira, fevereiro 21, 2017

Pequenos desafios


(Sarah-Jane Szikora)

Executar tarefas que nos empurram para fora da zona de desconforto da rotina pode ser muito gratificante. Ainda que essas tarefas nos roubem horas ao sono e ao lazer . Ainda que significam responder mais cedo ao apelo do despertador e a conceder, sem qualquer tipo de gratificação. horas extraordinárias à entidade patronal.
Protesto, barafusto, discordo, mas, na hora H, quando me propõem um desafio, por pequeno que seja, não consigo dizer «Não». Sempre pelo desafio.

quarta-feira, março 16, 2016

Afternoon tea party


A minha modesta contribuição para a "Afternoon tea party".

domingo, julho 27, 2014

Desafio... take 2

À semelhança da Isabel, do blogue Palavras Daqui e Dali, a Helena, do blogue Inverno em Lisboa, lançou-me um desafio. Como estou preguiçosa e pouco criativa, republico algumas respostas que dei à Isabel. É suposto indicar pessoas para seguirem o desafio, mas não vou fazê-lo - peço, por isso, desculpa à "desafiadora"!


1- O mundo seria mais feliz se...
 ... as pessoas olhassem menos para o seu umbigo e fossem menos gananciosas.

2- Uma amizade é realmente importante quando...
    ...sabemos que podemos contar com as pessoas que julgamos amigas.

3- Paciência e tolerância são para mim...
    ...qualidades que me faltam algumas vezes.

4- Algo que me irrita profundamente é...
    ...oportunismo.

5- Acho que as pessoas humildes...
    ...são, muitas vezes, consideradas estúpidas por "chicos-espertos", para quem humildade e bondade são sinónimo de estupidez.

6- Quando o dia amanhece nublado eu...
    ...fico contente, se tiver havido muitos dias de sol e de calor.

7- Uma qualidade indispensável nas pessoas é...
    ...a honestidade.

segunda-feira, julho 14, 2014

Desafio

A Isabel, do blogue Palavras Daqui e Dali, lançou-me um desafio, que aceitei. É suposto indicar pessoas para seguirem o desafio, mas não vou fazê-lo - peço, por isso, desculpa à "desafiadora"!

1- O mundo seria mais feliz se...
 ... as pessoas olhassem menos para o seu umbigo e fossem menos gananciosas.

2- Uma amizade é realmente importante quando...
    ...sabemos que podemos contar com as pessoas que julgamos amigas.

3- Paciência e tolerância são para mim...
    ...qualidades que me faltam algumas vezes.

4- Algo que me irrita profundamente é...
    ...oportunistas e pessoas que só nos dão importância quando lhes convém.

5- Acho que as pessoas humildes...
    ...são, muitas vezes, consideradas estúpidas por "chicos-espertos", para quem humildade e bondade são sinónimo de estupidez.

6- Quando o dia amanhece nublado eu...
    ...por vezes, sabe bem... mas poucas!

7- Uma qualidade indispensável nas pessoas é...
    ...a honestidade.

terça-feira, março 09, 2010

Desafios

O João tem destas coisas: de vez em quando, pega numa das suas bonitas fotografias e desafia-nos a escrevermos, inspirando-nos na imagem. O meu mais recente contributo já foi publicado e, antes do meu, alguns bonitos textos que vale muito a pena ler (li-os todos, ainda que tenha comentado só alguns!).
Passem pela "casa" do João e, para o contrariar (ele costuma gabar-se de ter um blogue que ninguém lê!), leiam!

segunda-feira, outubro 19, 2009

Para início de semana

deixo-vos um desafio: http://www.linternaute.com/sortir/questionnaire/fiche/9999/1/d/f/ Boas respostas (eu errei 2) e óptima semana!

quinta-feira, setembro 10, 2009

10 cartões vermelhos

A Fabulosa incumbiu-me da "árdua" tarefa de exibir 10 cartões vermelhos. O cartão vermelho vai então para: 1. as pessoas que não têm a gentileza de segurar a porta aos outros; 2. as pessoas que se colam a nós nas filas, seja no multibanco, na farmácia ou no supermercado; 3. os emigrantes que passam as férias a dizer mal de Portugal, quando uma parte deles não dá mostras de ter aprendido o que quer que seja nos países onde vivem (que me desculpem outros!); 4. o facto de os meus impostos terem que pagar a preguiça de alguns; 5. as pessoas que têm necessidade de "esfregar" na cara dos outros o estatuto ou as notas que obtiveram na faculdade; 6. os vizinhos que gostam de ver os jogos de futebol (em especial do Benfica) em altos berros; 7. os discursos demagógicos dos nossos políticos (quase sem excepção); 8. algumas pessoas que acreditam que viver no litoral ou nos grandes centros é garantia de se ter um espírito mais aberto ou esclarecido; 9. as pessoas que páram o carro em qualquer lugar (os outros que se amanhem!); 10. este calor insuportável fora de tempo. Menina, vais perdoar-me, mas não vou fazer nomeações.

segunda-feira, março 30, 2009

novo desafio

Já várias vezes escrevi sobre mim neste espaço, algumas das quais em resposta a desafios. Desta vez, vou responder porque mo pede uma das vizinhas mais antigas do Letras.
Antes de tudo, as regras: 1. publicar o link de quem me desafiou; 2. publicar as regras; 3. indicar mais seis blogues e publicar os respectivos endereços; 4. avisá-los do que lhes acaba de suceder; 5. não os apressar a responder.
Menina, espero que me desculpes, mas não vou poder ir além da segunda regra. A experiência provou-me que os meus leitores não costumam responder aos meus desafios, razão pela qual não vou apontar seguidores da corrente.
Quanto a mim,
1. tenho vindo a ficar cada vez mais céptica em relação às pessoas - "Nas costas dos outros, vejo as minhas." é uma das frases que mais me ocorre quando vejo algumas pessoas a dar palmadinhas nas costas a outras de quem já as ouvi falar mal;
2. só com muita certeza do que sinto, manifesto carinho por alguém;
3. embora tenha nascido no interior, sinto frequentemente muitas saudades do mar;
4. gosto de restaurar móveis velhos (lixar, pintar, pôr puxadores novos);
5. não concebo o mundo sem música;
6. sinto-me uma extra-terrestre cada vez que vou comprar roupa.

quinta-feira, março 19, 2009

resolvida?

Não sei se a Hipatia me julga uma mulher resolvida ou se, elegendo-me para escrever um texto sob o selo que em cima se exibe, tem a esperança de que alguma coisa comece a resolver-se em mim. Visto que a escrita constitui muitas vezes um exercício de introspecção e que é também por este processo que nos olhamos ao espelho e, assim, nos vamos resolvendo um pouco, talvez alguma coisa se torne mais clara em mim.
Mais do que uma mulher resolvida, sou uma mulher que se vai resolvendo. Com os sucessos e os fracassos, as experiências próprias e os exemplos – bons e maus – dos outros, alguns exercícios de introspecção e alguma dose de humildade para saber reconhecer os erros e tentar emendá-los.
Tenho hoje, em relação a certas questões que se prendem com o conhecimento de mim e dos outros, mais certezas. Por isso, já não desespero com as alergias com que a Primavera me brinda anualmente. Por isso dou tempo e paciência às dores que advêm das paixões e das desilusões – sei hoje que uma paixão que pode, num momento, parecer destruir-me, há-de, algum tempo depois, reduzir-se a um sentimento insignificante, quando não ridículo e irracional. Por ter começado a conhecer um pouco os outros, reduzi o número de oportunidades que dou a algumas pessoas. Por essa razão aprendi também a desfazer-me com mais facilidade de moradas e de números de telefone, assim como atirei para o lixo a vitrina dos ídolos e deixei de conceder a quem quer que seja o direito de me olhar com a arrogância dos intocáveis. Tenho procurado valorizar as coisas simples que os dias e as pessoas de quem gosto me oferecem. Sei que serei feliz enquanto àqueles que amo, e a mim própria, não faltarem saúde e dinheiro para o essencial. Aprecio cada vez mais do meu espaço e o silêncio, pois é neles que principalmente me encontro.
Arrumei na garagem alguns objectos supérfluos e no esquecimento memórias e pessoas que não interessam.
Frequentemente, arrependo-me da escolha profissional que fiz, sobretudo porque os resultados do meu trabalho são poucas vezes óbvios e compensadores.
Por vezes, desespero ainda com hábito de trabalhar sob pressão, com a tendência para me refugiar na leitura nos períodos de mais trabalho, com um temperamento demasiado emocional que me leva a proferir palavras de que depois me arrependo. E hoje, mais do que nunca, atormenta-me a possibilidade de que as pessoas que mais amo adoeçam ou partam – assusta-me muito menos a perspectiva de eu própria adoecer, porque tenho a ilusão de que terei um controle diferente sobre a situação.
Menina Hipatia, desculpa-me, mas não vou fazer nomeações. Ficará ao critério de quem me ler seguir ou não o desafio.

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

sim e não

1. Não calço 35... calço um pouco mais. Delicada, mas nem tanto!
2. Sim, há uns anos aprendi russo com um professor que regressou ao seu país e é hoje correspondente da RFM.
3. Não. Nasci no hospital. Foi a única fase da vida em que dormi num hospital.
4. Sim, já vivi com aproximadamente 2oo pessoas (e todas raparigas!) ao mesmo tempo... numa residência universitária!
5. Sim, já me apontaram uma arma, numa das muitas viagens que fiz de comboio pela linha do Douro. Na estação de Ermesinde, sentou-se um homem à minha frente. Embora eu estivesse a ler, ele tentou meter conversa de todas as maneiras. Até talvez à Régua, foi-me contando a sua história de vida, que incluía uma raiva visceral pela mulher de quem estava a divorciar-se. A certa altura, abriu um saquinho amarelo e azul que tinha consigo e começou a tirar alguns brindes - porta-chaves, esferográficas com publicidade, ..., sacando, por fim, de uma arma, enquanto me pedia que não tivesse medo porque não estava carregada. "Quer ver, quer ver?", disse, enquanto apertava o gatilho. Curiosamente tive menos medo do que teria hoje.
6. Sim, quando tinha uns quatro anos levantei-me, calcei uns sapatos novos e voltei a deitar-me.
7. Não, nunca fui guarda-redes. Quando jogava futebol na escola só dava caneladas, por isso os rapazes enfureciam-se se calhava na equipa deles (deve ser por isso que ainda hoje alguns não vão muito à bola comigo!).
8. Sim, o meu tipo de sangue só me permite receber de pessoas com o mesmo tipo.
9. Sim, assustei-me quando percebi que os meus amigos tinham razão quando me diziam que havia uma pessoa, na rua onde eu morava, que era parecidíssima comigo.
Pronto! Aí têm a verdade.

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

desafio

(Imagem da net)
A Hipatia desafiou-me a fazer 9 afirmações sobre mim, não correspondendo 3 delas à verdade. Cabe-me, além disso, adivinhar as três "inverdades" dela e nomear nove pessoas que dêem continuidade à corrente.
1. Calço número 35. 2. Aprendi russo com um correspondente da RFM. 3. Nasci em casa 4. Já vivi com aproximadamente 200 pessoas, ao mesmo tempo. 5. Já me apontaram uma arma. 6. Já me deitei com os sapatos calçados. 7. Já fui guarda-redes. 8. Só posso receber o meu tipo de sangue. 9. Já me assustei com uma pessoa muito parecida comigo.
Das nove afirmações da Hipatia, parecem-me não ser verdadeiras a 1., a 4 e a 8... bem, mas tudo é possível!
Os nomeados são:
Como é óbvio, não nomeio pessoas que me conhecem bem.

quarta-feira, janeiro 28, 2009

domingo, janeiro 25, 2009

6 de muitas

A Carla, a quem agradeço, nomeou-me para dizer seis coisas sobre mim.
Todos os anos perco livros que empresto, apesar de estarem assinados... ainda ontem tive que comprar um que me faz falta, porque não me lembro em que estante habita agora.
Gosto de ouvir a chuva e o vento... em casa, confortável.
Adoro poder, ao pequeno-almoço, saborear um pão com queijo e uma chávena (média) de café (o de cafeteira italiana é o melhor!).
De vez em quando, dá-me para fazer tricô... é terapêutico.
O que os outros possam pensar ou dizer de mim importa-me menos do que imaginava há uns tempos.
Não posso com o pedantismo de certas pessoas para as quais só contam títulos e bens materiais.

Carla, espero ter correspondido... a inspiração não é muita. Vais perdoar-me, mas, pelo menos por enquanto, não faço nomeações. Deixo ao critério dos meus visitantes dar resposta ao desafio.

Para responder ao desafio os passos são estes: Linkar a pessoa que me indicou. - Escrever as regras do meme no meu blog. - Escrever seis coisas aleatórias sobre mim. - Indicar outras seis pessoas e colocar os links no final do post. - Informar as pessoas que as indiquei deixando-lhes um comentário.

sábado, outubro 25, 2008

da imagem e do equívoco...

(Imagem gentilmente cedida pelo João)
... nasceu o texto! João, o equívoco resultou sobretudo da minha falta de atenção. :) Obrigada - pela foto e por publicares mais um dos meus devaneios.

sábado, outubro 11, 2008

desafio

(Imagem daqui)
A Hipatia, da Voz em Fuga, convidou-nos para dançar tango. Decidi aceitar o convite, que muito agradeço à anfitriã. Eu sou um pouquito pé-de-chumbo, mas há por lá quem dance muito bem. Não deixem de espreitar.

sexta-feira, setembro 26, 2008

desafio

Há dias, respondi a um dos sempre aliciantes desafios do João, escrevendo um texto inspirado numa fotografia da sua autoria.
Texto e fotografia já estão no blogue que ninguém lê. Passem por lá, leiam o texto, apreciem a fotografia que lhe serviu de inspiração, mas não deixem de visitar os cantos à casa. Vale bem a pena!
Aproveito para agradecer e felicitar o João pela disponibilidade, pelo incentivo e pela beleza das imagens - muito obrigada e parabéns!