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domingo, maio 24, 2020

Papoilar e primaverar

Fui ali "papoilar"e "primaverar"...
A ideia era apanhar cerejas pela fresca. As cerejas eram poucas, muito maduras ou podres. 
Em contrapartida, a Primavera estava ali "à mão de semear", em toda a sua ostentação.





terça-feira, julho 10, 2018

Não sei

Um mero devaneio, sem pretensões poéticas...




Não sei aproveitar o tempo
nem os meus olhos aproveitam
a cor viva das sardinheiras.
Quando as olho as flores estão secas
a pedir tesoura.
O relógio exibe os cortes
que a tesoura do deus Cronos operou
nos meus dias
cada vez mais minguados.



deep, há minutos

sábado, julho 07, 2018

Bom fim-de-semana!


As flores da mãe.

terça-feira, junho 26, 2018

Cor e perfume


Do jardim da mãe.

domingo, maio 06, 2018

Muitos

dias felizes para todas as mães!


Um ramo de arçã ou lavandula, que "colhi" esta tarde, num passeio à foz do Sabor, com pais e padrinhos.

sexta-feira, novembro 24, 2017

Fui despedir-me


Fui despedir-me de ti. Não de ti, na verdade. Fui despedir-me da tua forma física.
Vesti uma túnica azul céu e pus sobre ela um lenço com pequenas flores a lembrar o campo.
Comprei-te um ramo de margaridas, uma das tuas flores preferidas. Por ser feriado, havia menos lojas de flores abertas, por isso não encontrei as amarelas, só brancas. Um ramo simples, sem enfeites nem etiquetas. Que importa que os outros saibam que tas ofereci? Isto fica entre nós, como as longas conversas que tivemos durante anos e que, muitas vezes, à distância, apaziguaram a tua e a minha solidão.
Acautelei, no bolso, não fosse alguém lembrar-se de programar uma tertúlia para a despedida, um estreito volume com a poesia de Caeiro. Sei que o teu eleito era o Campos, mas que também nutrias pelo Mestre alguma simpatia.

Fui despedir-me de ti no outono, quando era suposto haver folhas secas no chão.

Um devaneio escrito, no dia 5 de Outubro, em homenagem a um amigo, e que hoje dedico também ao Pedro Rolo Duarte, que, não sendo um amigo, era alguém que respeitava e cujas crónicas costumava ler também aqui.

segunda-feira, junho 19, 2017

domingo, junho 11, 2017

Pormenores...

... de um curto passeio  de domingo.






segunda-feira, junho 05, 2017

Alfazema


"Colhida", ontem de manhã, no quintal da mãe.

domingo, junho 04, 2017

O ramalhete rubro das papoulas*


* Do poema "De tarde" de Cesário Verde

segunda-feira, maio 01, 2017

Meu Maio


A todos
Que saíram às ruas
De corpo-máquina cansado,
A todos
Que imploram feriado
Às costas que a terra extenua –
Primeiro de Maio!
Meu mundo, em primaveras,
Derrete a neve com sol gaio.
Sou operário –
Este é o meu maio!
Sou camponês - Este é o meu mês.
Sou ferro –
Eis o maio que eu quero!
Sou terra –
O maio é minha era!

Vladimir Maiakovski

sábado, abril 15, 2017

Renova-te


Cântico XIII
Renova-te.
Renasce em ti mesmo.
Multiplica os teus olhos, para verem mais.
Multiplica os teus braços para semeares tudo.
Destrói os olhos que tiverem visto.
Cria outros, para as visões novas.
Destrói os braços que tiverem semeado,
Para se esquecerem de colher.
Sê sempre o mesmo.
Sempre outro. Mas sempre alto.
Sempre longe.
E dentro de tudo.
Cecília Meireles
Com votos de Páscoa Feliz, para quem a vive e de dias felizes para todos.

segunda-feira, abril 10, 2017

Flor de pão e queijo


...ou páscoa, primavera ou prímula. 

segunda-feira, março 20, 2017

Com um pé na Primavera


Um homem tem que viver.
E tu vê lá não te fiques
– um homem tem que viver
com um pé na Primavera.

[...]

Fernando Assis Pacheco (excerto de poema)

domingo, março 19, 2017

Calêndula


Fui desejar um dia feliz ao pai e aproveitei para "roubar" calêndulas do jardim da mãe.

domingo, dezembro 04, 2016

sexta-feira, julho 08, 2016

Flores


Quando as amigas nos oferecem flores dos seus jardins... isso é carinho!

Há dois dias, uma amiga ofereceu-me hortênsias; outra, ontem, trouxe-me um ramo de alfazema e de folhas de hera. A minha casa ficou florida, a lembrar primaveras e cantos de pássaros. 

domingo, março 20, 2016

Com um pé na primavera

Um homem tem que viver.
E tu vê lá não te fiques
– um homem tem que viver
com um pé na Primavera.
Tem que viver
cheio de luz. Saber
um dia com uma saudade burra
dizer adeus a tudo isto.
Um homem (um barco) até ao fim da noite
cantará coisas, irá nadando
por dentro da sua alegria.
Cheio de luz – como um sol.
Beberá na boca da amada.
Fará um filho.
Versos.
Será assaltado pelo mundo.
Caminhará no meio dos desastres,
no meio dos mistérios e imprecisões.
Engolirá fogo.
Palavra, um homem tem que ser
prodigioso.
Porque é arriscado ser-se um homem.
É tão difícil, é
(com a precariedade de todos os nomes)
o começo apenas.
Fernando Assis Pacheco

segunda-feira, março 14, 2016

Começa a insinuar-se


Quando me levantei
já as minhas sandálias andavam
a passear lá fora na relva

Esta noite 
até os atacadores dos sapatos
floriram

Poema "Gerês" de Jorge Sousa Braga

sábado, agosto 22, 2015

Que me importa...?


Que me importa, agora que me importas,
que batam, se não és tu, à porta?
Fernando Assis Pacheco, "Seria o amor português" (excerto)