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segunda-feira, fevereiro 05, 2018

Um café "solo"


Um café. Quente, escuro e aromático,
por favor.
Um café "solo", como convém à minha 
solidão crónica.
Um café que possa degustar em sorvos lentos.
A acompanhar?
Nada. Um café "solo". Penso tê-lo dito
num tom audível.
Mas, desculpe, se tiver um raio de sol, agradeço.
Um desses raios de sol de Primavera arrependida,
para deglutir, com o corpo todo, de um só trago.
Um desses raios de sol que nos esvazia a alma e,
bendito seja!, nos impede de mastigar pensamentos.
É isso: um café quente, escuro e aromático, servido
com um raio de sol... ah, e se não for pedir muito,
uma cadeira, até pode ser de plástico.

deep, Maio de 2017

segunda-feira, maio 01, 2017

Um café quente, escuro e aromático


Imagem daqui.

Um café. Quente, escuro e aromático,
por favor.
Um café "solo", como convém à minha 
solidão crónica.
Um café que possa degustar em sorvos lentos.
A acompanhar?
Nada. Um café "solo". Penso tê-lo dito 
num tom audível.
Mas, desculpe, se tiver um raio de sol, agradeço.
Um desses raios de sol de Primavera arrependida,
para deglutir, com o corpo todo, de um só trago.
Um desses raios de sol que nos esvazia a alma e,
bendito seja!, nos impede de mastigar pensamentos.
É isso: um café quente, escuro e aromático, servido
com um raio de sol... ah, e se não for pedir muito,
uma cadeira, até pode ser de plástico.

Devaneios de um meio de tarde do 1.º dia de Maio...


quinta-feira, abril 14, 2016

Dizem que é

o Dia do Café...



[...]

Os meus amigos vertem
a solidão e a felicidade
em chávenas de
café escuro e aromático,
que bebemos a meias.

[...]

(Excerto de um dos meus devaneios)

quarta-feira, março 16, 2016

Black coffee




Brincadeiras com a máquina...

quarta-feira, fevereiro 24, 2016

Aroma de café


Há um esquisso de intimidade
nesse aroma de café
que inaugura a manhã e que,
a conta-gotas,
se imiscui no cheiro
permanente dos livros.

[...]

deep, Abril de 2013

segunda-feira, dezembro 21, 2015

Espera


Miguelanxo Prado, "O último café de Fernando Pessoa no Martinho da Arcada, enquanto espera pelo Almada Negreiros"

domingo, novembro 29, 2015

Nessa luz de sol morno


Edward Hopper, "Coffee"
Há um esquisso de intimidade
nesse aroma de café
que inaugura a manhã e que,
a conta-gotas,
se imiscui no cheiro
permanente dos livros.

Há um secreto aconchego
nessa luz de sol morno
que entra pela janela,
nesse silêncio cortado, a espaços,
pelas vozes abafadas dos vizinhos.

[...]

O que falta do texto está aqui.

terça-feira, outubro 06, 2015

Um abraço, por favor


(Imagem daqui)

- É um abraço, por favor.
- Neste momento, não posso responder ao seu pedido. Sugiro-lhe, em alternativa, um 
  éclair. Garanto-lhe que tem o sabor de um abraço.
- Parece-me uma óptima ideia. Obrigada.
- Trago-lhe também um café, alguns minutos de conversa e algumas palavras amigas. Que 
  me diz?
- Não podia ser melhor. Muito, muito obrigada.

sábado, julho 04, 2015

Pequenos prazeres


(Evgueniy Monahov, "Manhã de domingo"

Assistir a um concerto de um grupo que, ainda que não se aprecie muito, faz lembrar velhos tempos, cantar as músicas cujas letras sobram na memória, entrar num bar e dançar até doerem os pés, fazer uma caminhada até casa, com o Sol a nascer, na companhia de uma das amigas do peito, ser-se surpreendido pelo cheiro do pão acabado de sair do forno, entrar na padaria, comprar um pão, chegar a casa, cortar uma fatia, barrá-la com manteiga e saboreá-la com uma chávena de cevada bem quente... são pequenos prazeres que tornam os dias e a vida um pouco maiores, porque melhores.

terça-feira, abril 14, 2015

Felizes cafés


...com tudo de bom que pode significar a expressão "tomar um café"!

(Aproveito para pedir desculpa pela ausência nas vossas "casas" e por não ter respondido a alguns comentários.)

quinta-feira, maio 22, 2014

Porque hoje,

como acontece muitas vezes, fui acolhida pelo cheiro do café que se foi espalhando pela casa...

Há um esquisso de intimidade
nesse aroma de café
que inaugura a manhã e que,
a conta-gotas,
se imiscui no cheiro
permanente dos livros.

Há um secreto aconchego
nessa luz de sol morno
que entra pela janela,
nesse silêncio cortado, a espaços,
pelas vozes abafadas dos vizinhos.

Sobram ecos da infância
no tilintar da loiça
dos almoços dos outros,
no aroma familiar
do assado de domingo,
nas conversas cruzadas
que adivinho…

E tudo, de uma vez só,
me assalta:
o torpor das tardes de estio,
o cheiro dos limos
e das malápias,
as brincadeiras depois da escola,
os rostos amigos…

E tudo, como cenas
de um filme mudo,
agarro, como, num ápice,
tudo perco…

Deep/ Abril de 2013

sábado, novembro 30, 2013

Porque hoje é sábado,


 (Esplanada do café  "De Jaren" ("os anos"), Amsterdam)


vou sair para tomar um café com uma das amigas mais antigas.

Bom sábado para quem passa!

domingo, abril 15, 2012

Black Coffee



Ouvi dizer que ontem, 14 de Abril, foi o Dia Mundial do Café. Com eu adoro café!

quinta-feira, janeiro 08, 2009

café e dicas úteis

No início da minha adolescência, apareceu lá por casa, pela mão da minha mãe, uma reedição de um livro intitulado Mãos que Prestam. Não houve nessa aquisição, lembro-me claramente, a intenção de que as filhas viessem a ser boas esposas e boas mães, antes uma vontade de aperfeiçoamento próprio.
O livro, mais do que um manual de etiqueta como algumas publicações que surgiram pela mesma altura, constituía uma compilação organizada de utilidades. Iniciava cada capítulo com uma citação de um autor conceitado e uma imagem de um pintor de renome - lembro-me de uma do Vermeer.
A secção mais visitada pelas mulheres da casa, como referiu há tempos a Ana, era a da culinária, onde poderíamos encontrar um conjunto pequeno, mas interessante, de receitas de doces e salgados. Mãos que Prestam dava dicas sobre os utensílios básicos para a cozinha, sobre a melhor forma de organizar o roupeiro, sobre como aproveitar os espaços ou como tirar partido de móveis ou de roupas velhos. Foi também por ele que aprendi como passajar roupa e alguns truques para tirar nódoas dos tecidos. Hoje, para suprir a falta desses livros (hehehe!), uma marca de café decidiu presentear-nos com algumas utilidades, em indicações breves, que poderemos ler nos pacotes de açúcar, enquanto saboreámos um cafezinho.
Para aqueles que não tomam café ou que preferem outra marca (eu também, mas no trabalho não tenho outro remédio), partilho algumas convosco. Gosto sobretudo da primeira!