gravada com telemóvel, em que eu fui "atropelando" os atores.
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quarta-feira, maio 23, 2018
sábado, maio 05, 2018
La tortilla de mi madre
... assim se intitula o último trabalho da Peripécia Teatro, uma companhia com sede em Vila Real ( de Trás-os-Montes, pois claro!), e que estreou na passada quinta-feira.
É uma peça sobre a influência que os livros podem ter na formação da nossa personalidade ou sobre como podem pôr-nos a salvo da solidão ou da loucura. Aliás, os livros, que foram gentilmente oferecidos por familiares, por amigos ou por anónimos, ocupam uma grande parte do cenário, empilhados, espalhados pelo chão, a simular móveis ou escadas.
"La tortilla de mi madre" revela-se também uma reflexão sobre a solidão, forçada ou voluntária, sobre o processo de escrita, tantas vezes conflituoso e, muito, sobre afectos, que procuramos, quase sempre, na comida da mãe ou nas memórias da infância.
Não tive oportunidade de assistir à estreia, mas foi-me concedido o privilégio de assistir a um dos últimos ensaios e de conversar com atores e encenador. Por este motivo e por todas as peças da companhia a que já assisti, posso garantir-vos que vale muito a pena!
Mais informação aqui.
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segunda-feira, março 27, 2017
Vinte e sete
Tradicionalmente com início a 27 de Março e estendendo-se até 27 de Abril, daí a designação, Vinte e Sete, o festival de teatro que une, através de um conjunto de espectáculos teatrais, algumas localidades (cada vez menos) do Nordeste Transmontano, tem este ano início a 30 do corrente. Celebra-se, assim, por cá o Dia Mundial do Teatro que hoje se assinala.
quinta-feira, fevereiro 02, 2017
quinta-feira, março 27, 2014
Vinte e sete
Hoje, Dia Mundial do Teatro, tem início a 10.ª edição do "Vinte e Sete - Festival Internacional de Teatro", promovido pelos teatros de Vila Real e de Bragança. Durante um mês, serão apresentadas 18 peças.
quinta-feira, outubro 17, 2013
sexta-feira, outubro 26, 2012
terça-feira, março 27, 2012
sábado, abril 02, 2011
Antes solo que mal acompanhado
é o mais recente trabalho da companhia Peripécia Teatro. Estreia hoje, às 22 horas, no Teatro de Vila Real. A avaliar pelas peças anteriores, garanto que vale muito a pena ir.
terça-feira, abril 20, 2010
Remédios Santos - sem princípios activos
é a última produção da Peripécia Teatro, a que tive o prazer de assistir no segundo dia de apresentação, ou seja, na passada sexta-feira, dia 16.Alternando entre o cómico e o trágico, sucedem-se pequenas histórias e personagens, através das quais se entra no mundo dos medicamentos. Pretende-se, provocando o riso e incitando à reflexão, denunciar os lucros escandalosos dos grandes grupos farmacêuticos, os jogos de bastidores e a corrupção de que alguns profissionais de saúde são presas fáceis. Ao mesmo tempo, satiriza-se sobre a nossa dependência relativamente aos medicamentos, que vão fazendo cair no esquecimento as velhas mezinhas.
Em palco, um número reduzido de adereços vai assumindo inesperadas e inusitadas funções, emprestando energia ao espectáculo e revelando um trabalho, ainda que esperado para quem conhece a companhia, surpreendente.
No dia 22, será a vez de Chaves poder usufruir de um bom momento de teatro (Cine Teatro Bento Martins, 21h30). Se estiverem por lá ou por perto, não deixem de ir.
A imagem foi "roubada" aqui.
A imagem foi "roubada" aqui.
sexta-feira, dezembro 04, 2009
sábado, junho 06, 2009
terça-feira, janeiro 20, 2009
falar de teatro
(Mamã?!, Peripécia Teatro) Para quem gosta de teatro e está pelo Minho, pode, no dia 24, pelas 22h, assistir, em Arcos de Valdevez, à peça Mamã?!, a última produção da Peripécia Teatro, uma companhia sedeada em Vila Real e um exemplo do bom teatro que por cá se faz.
À semelhança do que acontece noutros trabalhos da companhia, em Mamã?! o trágico e o cómico dão as mãos, alternando, no mesmo trabalho de palco, cenas de arrebatadora emotividade e momentos verdadeiramente hilariantes.
O argumento é aparentemente simples: uma bailarina de cabaré de grande sucesso vê de súbito a sua carreira comprometida quando engravida acidentalmente de um homem que acaba por abandoná-la.
A partir daí, tudo concorre para uma existência de miséria e de solidão. Num cenário minimalista, uma actriz, que enverga as vestes e assume as atitudes desajeitadas de um clown, contracena com um clarinetista, cuja música marca o ritmo trágico e emotivo da personagem central.
A tragicidade do assunto vê-se suplantada por surpreendentes cenas de cómico, enfatizadas pela multiplicidade de funções que os objectos e o guarda-roupa vão assumindo ao longo da peça.
Rir até às lágrimas é inevitável e obrigatório!
À semelhança do que acontece noutros trabalhos da companhia, em Mamã?! o trágico e o cómico dão as mãos, alternando, no mesmo trabalho de palco, cenas de arrebatadora emotividade e momentos verdadeiramente hilariantes.
O argumento é aparentemente simples: uma bailarina de cabaré de grande sucesso vê de súbito a sua carreira comprometida quando engravida acidentalmente de um homem que acaba por abandoná-la.
A partir daí, tudo concorre para uma existência de miséria e de solidão. Num cenário minimalista, uma actriz, que enverga as vestes e assume as atitudes desajeitadas de um clown, contracena com um clarinetista, cuja música marca o ritmo trágico e emotivo da personagem central.
A tragicidade do assunto vê-se suplantada por surpreendentes cenas de cómico, enfatizadas pela multiplicidade de funções que os objectos e o guarda-roupa vão assumindo ao longo da peça.
Rir até às lágrimas é inevitável e obrigatório!
domingo, novembro 09, 2008
Mamã?!
Porque me faltam as palavras, deixo as da actriz que é protagonista da peça e que, há meses, protagonizou a experiência de ser mãe:
"Ser futura mamã não é tarefa fácil!
Ao contrário do que acontece com grande parte das grávidas, o meu estômago não me fez devolver a comida. No entanto, a minha cabeça fez sair cá para fora algumas ideias que inspiraram esta criação e que foram desenvolvidas colectivamente com todos os criadores do espectáculo.
Quisemos partir das situações vividas por mim e pela maioria das mamãs de todo o mundo, para depois as elevar a um universo cómico e cómico, capaz de transmitir aspectos genuínos da natureza humana.
Com esta peça, queremos fazer a nossa pequena homenagem a todas as mamãs - e papás também, já agora - que têm confiança e força para trazer vida a este planeta (...).
Mamã"
Para terminar, só posso dizer-vos que não dareis por perdidos os 70 minutos que a peça dura.
Bom humor, um trabalho de clown excepcional e boa música - descobri que gosto muito do som do clarinete! - são a garantia de riso do princípio ao fim. E como nós estamos a precisar de rir... oh se estamos!
quinta-feira, novembro 06, 2008
sexta-feira, setembro 12, 2008
momentos de boa disposição
domingo, abril 13, 2008
Vinte e sete
sexta-feira, outubro 12, 2007
para o fim-de-semana

No Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos, o Espaço t apresenta: "Do Porto para o Mundo: Pedaços de um Manifesto."
No dia 13 de Outubro (Sábado), venha à Estação de Metro da Casa da Música das 14:30h às 18:30h, ajudar a pintar uma "Tela para Mudar o Mundo", que será posteriormente dividida e enviada aos 300 dirigentes máximos do mundo.
Venha descobrir as diferenças que nos podem complementar, através da música, dança, teatro, cores, aromas …
(Mensagem recebida por email)

13 de Outubro
21h30
Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros
************************************************
NOVECENTOS
O Pianista do Oceano
pela
Baseado no Texto Novecentos de
Alessandro Baricco
Criação, Adaptação e Dramaturgia
Peripécia Teatro e José Carlos Garcia.
13 de Outubro
21h30
Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros
quarta-feira, março 28, 2007
sábado, outubro 28, 2006
De novo Pessoa - desculpem-me a recorrência! Desta vez, não a simples leitura, antes o privilégio de "ouvê-lo" (Tsiwari, espero que me perdoes o "roubo"!), numa apresentação de aproximadamente uma hora e vinte minutos. Em "Sou do Tamanho do que Vejo", desfilam, num patchwork harmonioso, excertos criteriosamente "retalhados" da produção do poeta, que, a meu ver, se eleva a uma dimensão nova. Enfatiza-se, num monólogo a três vozes, o "outrar-se" pessoano, num trabalho de palco que se pretende sério, sem ser sisudo, elucidativo, sem cair no didáctico.
Torna-se difícil não nos comovermos, impossível ficarmos, no minuto seguinte, indiferentes ao sarcasmo - quase sempre actual -, que, como quem faz cócegas na alma, arranca genuínas gargalhadas, para, de novo, nos comovermos. Palavras que antes pareciam simples literatura, ainda que conforto para o espírito, ganham contornos de trágica verdade, de que procuramos, a custo, sair ilesos. Confesso que não saí...
Porque, no serão de quinta-feira, me senti grande, ainda que longe do tamanho do que vi, resta-me dizer:
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