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sexta-feira, novembro 25, 2016

A noite



Ontem descobri este filme de animação. Gosto, ainda que prefira, da mesma autora, História Trágica com Final Feliz.

quinta-feira, abril 28, 2016

Parar


Tenho andado preguiçosa para os comentários, é certo, mas isso não significa que não os leia. Obrigada por todos e pela vossa companhia.

Esta tarde, em que decidi faltar, por sentir que regressei cedo ao trabalho e que  estou a maltratar o meu pé, optei por ficar imóvel no sofá, com as pernas elevadas e uma mantinha por cima. Nada de internet. Em vez disso, vi um flme que queria ver: »As Sufragistas». Gostei. Aliás, gostei bastante. É impossível ficarmos indiferentes ao sofrimento e à determinação daquelas mulheres.

sexta-feira, março 04, 2016

As horas

«Quantas vezes, depois disso, ela se perguntara o que poderia ter acontecido se tivesse tentado continuar com ele, se tivesse retribuído o beijo de Richard na esquina da Bleecker com a MacDougal, partido com ele para qualquer lado ( para onde?), se nunca tivesse comprado o pacote de incenso ou o casaco de alpaca com os botões do feitio de rosas. Não poderiam ter descoberto alguma coisa...maior e mais estranha do que aquilo que tinham? É impossível não imaginar esse outro futuro, esse futuro recusado, como tendo sido vivido em Itália ou França, entre grandes salas cheias de sol e como um imenso e duradouro romance assente numa amizade tão abrasadora e profunda que os acompanharia até à sepultura e, quem sabe, talvez mesmo para lá dela. Ela podia, pensa, ter entrado noutro mundo. Podia ter tido uma vida tão intensa e perigosa como a própria literatura.»
Michael Cunningham, As Horas

Como saber o que teria sido a nossa vida, se, em determinados momentos, tivéssemos feito opções diferentes daquelas que fizemos? Não há como...

Li As Horas há uma série de anos, mas, de vez em quando, regresso ao livro, para ler umas passagens e, mais ainda, ao filme, que continua a ser um dos preferidos.

terça-feira, fevereiro 23, 2016

O mau da fita


Encontrei este postal numa loja da parte antiga de uma cidade, onde estive quase de passagem no último Verão. Pensei em ti, por isso, apesar de amarelado, comprei-o. Não por te considerar o "mau" da fita em que nos coube, com fraco desempenho, os papéis principais, mas porque imaginei que sorririas quando o recebesses.
Tem estado preso, por um íman, à porta do meu frigorífico, Parece-me mais amarelado agora.

quinta-feira, agosto 07, 2014

Mas...


(De repente, lembrei-me do filme "My blueberry nights".)

O amor é lindo mas
são horas de fechar o bar,
são horas de te salvar um pouco, miúda,
de te levar daqui para bem perto da felicidade,
de retribuir todas as tuas esperas
com o melhor sorriso e uma Lisboa
que amanheça a céu aberto
num pernilongo vagar traçado,
dois cafés e só um copo de água,
um oásis no deserto das próximas manhãs,
de te salvar um pouco, de riscar os templos,
de prolongar a música além do minuto final,
de te mostrar a faixa escondida.
Ana Salomé

(Surripiado daqui.)

sábado, fevereiro 15, 2014

It´s never too late



Quando fazia zapping pelas gravações automáticas, dei com este "Last chance Harvey", que, em português, tem o título de "A um passo do amor". Porque era o fim da tarde de sexta, momento da semana em que, sempre que posso, faço por estupidificar um pouco em frente à televisão, e porque gosto dos desempenhos do Dustin Hoffmann e da Emma Thompson, decidi parar o zapping e ficar por ali. 
"Last chance Harvey" não é, embora possa parecer, mais uma comédia romântica. É o encontro de duas pessoas desencantadas, com a vida e com elas próprias, e que, em pouco tempo, percebem que gostam de estar juntas. É também um filme sobre o medo de amar, de trocar uma vida solitária e "arrumada" pela "instabilidade" que uma nova relação pode trazer.

quarta-feira, maio 16, 2012

sexta-feira, fevereiro 05, 2010

sea of love

 

Este é um dos temas da banda sonora de "Juno", um filme que vi e revi nos últimos dias e que recomendo - "non solum, sed etiam"* aos pais que têm filhos adolescentes.

*"Não só, mas também!"

sexta-feira, setembro 25, 2009

sábado, setembro 12, 2009

only unfulfill love can be romantic

Pois, pois... também não me importava nada de passar um Verão em Barcelona e, se não fosse pedir muito, cruzar-me com o Javier Bardem! Espero que já se tenha decidido pelas morenas. "Only unfulfill love can be romantic."...

domingo, julho 12, 2009

11 burros caem no estômago vazio

é o título de um documentário de que já conhecia este excerto e que hoje tive oportunidade de ver na íntegra. Revela-se um filme cativante pelo que tem de genuíno, por retratar a simplicidade e generosidade das gentes de Miranda (e dos transmontanos em geral) e por recuperar algumas peças do património oral que correm o risco de serem esquecidas.

Na infância e na adolescência, visitava frequentemente, com uns amigos, uma aldeia do concelho de Miranda, para vindimar ou para passar uns dias no Verão. Lá, não havia café, nem mercearia, e, na hora da sesta, as pessoas recolhiam-se nas suas casas, para se protegerem do intenso calor. Tudo ficava, então, silencioso. As pessoas mais velhas, que se expressavam em mirandês cerrado, eram afáveis e curiosas. Por tudo isto, a minha relação com o filme não pode deixar de ser também afectiva.

domingo, abril 19, 2009

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

é o que dá

ver ou rever filmes. Ontem foi "Mar Adentro", por isso (e não "só porque sim") "Negra Sombra"; hoje foi "Match Point", daí este "Una Furtiva Lagrima".

quarta-feira, julho 02, 2008

liberdade

Cada vez que observo mais atentamente o peixe, converso com ele ou lhe mudo a água, lembro-me desta história. Definitivamente: não vou comprar um peixe para mim!

sexta-feira, maio 23, 2008

mar adentro

Soube bem, nesta tarde soturna e chuvosa, ver "Mar Adentro". Apesar do tema e independentemente deste, é um filme muito bonito - pela riqueza interior das personagens, pela música, pelos cenários, pela língua (algumas personagens expressam-se em galego, tão próximo do português) e, como lembrou muito bem a Infame da Vileza, pela interpretação do Javier Bardem!

Mar Adentro Mar adentro, mar adentro. Y en la ingravidade del fondo donde se cumplen los sueños se juntan dos voluntades para cumplir un deseo. Un beso enciende la vida con un relámpago y un trueno y en una metamorfosis mi cuerpo no es ya mi cuerpo, es como penetrar al centro del universo. El abrazo más pueril y el más puro de los besos hasta vernos reducidos en un único deseo. Tu mirada y mi mirada como un eco repitiendo, sin palabras 'más adentro', 'más adentro' hasta el más allá del todo por la sangre y por los huesos. Pero me despierto siempre y siempre quiero estar muerto, para seguir con mi boca enredada en tus cabellos. (Ramón Sampedro)