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terça-feira, julho 30, 2024

De regresso ao planalto

No domingo, regressei a Mogadouro, a terra que me acolheu desde os 4 anos até à minha saída para a faculdade e onde regressei sempre nas férias, enquanto os meus pais ali moraram.
Desta vez, dei um salto ao Festival Terra Transmontana, que já conta com algumas edições.
Ficam alguns registos fotográficos.










 

sábado, agosto 17, 2019

Viagens na minha terra


Mogadouro



Freixo de Espada-à.Cinta



O Douro, visto do Penedo Durão (Freixo)


Museu do Douro (Régua)


Vinhas do Douro


O Pinhão, visto do comboio (viagem de regresso ao Pocinho)




Estação do Pinhão


Estação do Tua



Rio Tua




Praia fluvial da Congida (Freixo)


Bragança em festa

domingo, março 10, 2019

Tradições, família, amigos, o planalto e o rio




Caminhada com passagem por uma aldeia abandonada. Na última imagem, as ruínas de um moinho.



Passagem por Podence, terras dos enigmáticos e carismáticos caretos.





Portas de Picote e o Douro visto do miradouro Fraga do Puio



 Miranda do Douro


Mogadouro - a árvore em frente ao que resta do castelo



domingo, março 04, 2018

Esconde-esconde


Quando jogava ao esconde-esconde na minha rua - tinha 12 ou 13 anos - fui surprendida pela máquina de um vizinho, que acabou por se tornar jornalista.

segunda-feira, julho 03, 2017

Não devia


Mogadouro, Agosto de 2017

Quem tem assim o verão
dentro de casa
não devia queixar-se de estar só,
não devia.
Eugénio de Andrade (excerto de poema)

terça-feira, março 21, 2017

Celebrar a árvore e a poesia


Mogadouro

Sou como folhas de árvore — reparo.
Numerosas, presas ao ramo por pecíolos tenazes,
contudo complacentes com o ar que passa, 
e por isso frívolas, mostrando
alternadamente as duas faces.

Assim múltiplo e trémulo sou eu. 
Apenas um pouco menos perecível,
julgo. E a figueira a que pertenço
talvez um pouco mais durável
que as de verdade.
Mas isso pode ser impressão minha.

A.M. Pires Cabral

sexta-feira, agosto 12, 2016

Férias






As férias significam também o regresso aos lugares que amamos e o reencontro com os amigos que conhecemos quase desde que nos conhecemos e com os quais nos sentimos sempre em casa.

terça-feira, abril 12, 2016

Trabalhar prò boneco

... assim se intitula a exposição de desenhos da mana, no Posto de Turismo de Mogadouro.


Ali nos deslocámos, em "procissão", familiares e alguns amigos, depois da Páscoa.


Uma das maiores surpresas, que me comoveu, foi deparar com alguns dos meus "devaneios poéticos" junto aos desenhos.





O centro da vila, onde passei parte da minha vida e onde é sempre bom regressar.


A estátua do escritor Trindade Coelho, em frente à casa onde nasceu.