Imagens captadas na breve caminhada da manhã de ontem, num dos vários trilhos da Albufeira do Azibo, Macedo de Cavaleiros
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sábado, setembro 05, 2020
quinta-feira, maio 18, 2017
Até amanhã
como nasce o vento entre barcos de papel,
como nasce a água ou o amor
quando a juventude não é uma lágrima.
É primeiro só um rumor de espuma
à roda do corpo que desperta,
sílaba espessa, beijo acumulado,
amanhecer de pássaros no sangue.
É subitamente um grito,
um grito apertado nos dentes,
galope de cavalos num horizonte
onde o mar é diurno e sem palavras.
Falei de tudo quanto amei.
De coisas que te dou
para que tu as ames comigo:
a juventude, o vento e as areias.
Eugénio de Andrade, Até Amanhã
Em repetição por aqui...
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água,
as minhas imagens,
eugénio de andrade,
poesia
sexta-feira, agosto 21, 2015
terça-feira, junho 30, 2015
quinta-feira, abril 04, 2013
Até amanhã
como nasce o vento entre barcos de papel,
como nasce a água ou o amor
quando a juventude não é uma lágrima.
É primeiro só um rumor de espuma
à roda do corpo que desperta,
sílaba espessa, beijo acumulado,
amanhecer de pássaros no sangue.
É subitamente um grito,
um grito apertado nos dentes,
galope de cavalos num horizonte
onde o mar é diurno e sem palavras.
Falei de tudo quanto amei.
De coisas que te dou
para que tu as ames comigo:
a juventude, o vento e as areias.
Eugénio de Andrade, Até Amanhã
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