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terça-feira, janeiro 09, 2018

Como no?


Num restaurante em Barcelona

terça-feira, agosto 23, 2016

Espanha


A representação de um jogo infantil, numa praceta de Salamanca


Os meus companheiros de passeio, numa rua de Salamanca, com a torre da Catedral, ao fundo


"La Plaza Mayor", em Salamanca


Homenagem a Rosalía de Castro, poetisa galega, num jardim em Santiago


Torre da catedral de Santiago


Uma "instalação", numa rua de Santiago


Homenagem aos heróis da BD, no porto da Corunha


Varandas típicas da Corunha


Passeio marítimo da Corunha, a partir do Museu do Homem

sexta-feira, agosto 12, 2016

Férias






As férias significam também o regresso aos lugares que amamos e o reencontro com os amigos que conhecemos quase desde que nos conhecemos e com os quais nos sentimos sempre em casa.

sexta-feira, agosto 16, 2013

sábado, agosto 25, 2012

Onde o branco impera




1. Castelo de Vide; 2. Monsaraz; 3. Marvão

sexta-feira, agosto 24, 2012

quinta-feira, agosto 23, 2012

quarta-feira, agosto 10, 2011

Em tons de azul


(S. Miguel, Julho/2011)

quinta-feira, junho 09, 2011

Só porque...

... senti saudades das férias.

quarta-feira, setembro 01, 2010

Adeus férias... :(



Ainda preguiçosa para escrever, para vos ler com a atenção merecida... e até para responder a comentários.
O chuva e o cheiro de terra molhada podem ser boas deixas para voltar a este mundo blogosférico com mais energia. 
Por enquanto: até logo!

quinta-feira, agosto 26, 2010

"Velharias"



Estas férias têm também servido para percorrer algumas aldeias e fotografar "velharias".

terça-feira, agosto 17, 2010

Das férias



"Tudo o que tem valor é indefeso." (Lucebert)

domingo, agosto 01, 2010

Boas férias!

Viajar! Perder países!
Ser outro constantemente,
Por a alma não ter raízes
De viver de ver somente!
Não pertencer nem a mim!
Ir em frente, ir a seguir
A ausência de ter um fim,
E da ânsia de o conseguir!


Viajar assim é viagem.
Mas faço-o sem ter de meu
Mais que o sonho da passagem.
O resto é só terra e céu.

Parto, por uns dias, para outras paragens (onde o calor é menor, avisaram-me). 


Deixo-vos, assim, na companhia de F. Pessoa.


Boas férias para quem pode desfrutar delas!

terça-feira, julho 13, 2010

Há lugares

onde também mora o paraíso... Este é seguramente um deles!







Depois de passar aqui, fiquei com vontade de "rebulhar" as minhas "memórias" fotográficas, para matar saudades.

quinta-feira, agosto 27, 2009

património arquitectónico - castelos

(Santiago do Cacém)
(Estremoz - Torre de Menagem) (Evoramonte)
(Aljezur)

quinta-feira, julho 30, 2009

quem não tem cão caça com gato

Aproveitar o sol, enquanto Agosto não chega e é ainda possível encontrar uma sombra perto da água...

quinta-feira, agosto 28, 2008

sugestão para férias III

(Parque e aldeia de Montesinho, onde comemos, esta noite, uma óptima posta e um delicioso pão de castanhas... mnhamm!!)

sugestão para férias II

(Chocalheiro de Bemposta,Museu Ibérico da Máscara e do Traje, Bragança)

sugestão para férias I

(Bragança: cidadela, castelo e museu militar)

sábado, março 01, 2008

Há muitos, muitos anos

houve pelo menos um Verão em que esta música se ouvia repetidamente nas rádios generalistas. Nesse tempo, era tudo ainda a feijões. Não tínhamos preocupações, embora, por vezes, nos lamentássemos da sorte e nos sentíssemos as pessoas mais infelizes do mundo. Podíamos passar horas e horas a semear palavras como quem come cerejas, noite dentro, sem que o corpo se ressentisse, sem que a PDI viesse importunar-nos como hoje. A verdade é que, nas férias - que eram loooongaaas -, compensávamos o deitar tarde levantando-nos ao meio-dia, na melhor das hipóteses.
Esta música lembra-me um Verão em Lisboa e as ininterruptas conversas, até de madrugada, com uma das minhas primas do coração. Não sei onde íamos vasculhar tanto para dizer, mas o que é certo é que não conseguíamos estar juntas sem conversar sobre os mais variados temas. Sobretudo, interpretávamos atitudes, dissecávamos sentimentos, trocávamos leituras. A distância física e temporal abrandava as palavras, mas não as calava, porque, depois de Agosto ou Setembro, e durante um ano, convocávamos a cumplicidade da escrita, em cartas, quase semanais, de 7 ou 8 páginas. Com o tempo, trocámos as cartas por emails e telefonemas. Já não passamos férias juntas, o ano que ficávamos sem nos ver tornou-se plural, contudo a amizade ganhou outras tonalidades, mais definidas e permanentes. Eu gosto desta música - talvez pelas recordações que me traz -, ela não... mas esta e outras divergências provam que não é preciso ouvir a mesma canção - ao contrário do que diz o Rui Veloso - para se gostar de alguém.