Na entrada do tabuleiro de cima da ponte de D. Luiz, do lado de Gaia
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domingo, abril 08, 2018
De mãos dadas e coração cheio
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domingo, dezembro 03, 2017
Memórias do frio
Em repetição por aqui, porque Dezembro não é apenas o Natal e todo o consumismo inerente. Dezembro é, mais do que isso, as memórias do frio, dos gestos pequenos que enchiam o coração e das pessoas cuja presença serena nos abraçava.
Tu ignoras esse Natal
que persiste na minha memória
e me aconchega.
Falo desse Natal que é ainda o meu avô
a abrir, às manhãs frias, a porta
que dava para o cortinheiro*.
Ou um santo António
a assomar numa nota de vinte escudos,
a cor e o aroma das tangerinas
e das laranjas, que se ofertavam ao menino.
O Natal em que a roupa dormia, gelada,
no estendal da varanda,
a chama e o calor da fogueira que procurávamos
depois da missa do galo, quando as luzes da aldeia
se apagavam.
Os almanaques do tio, o arroz doce da tia,
que repousava na sala que só se abria
para as visitas em dias de festa.
Foi num desses natais
que recebi o meu primeiro relógio.
A partir de então,
aprendi a voracidade das horas,
o efeito corruptor do tempo.
deep, Dezembro de 2013
*quintal
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segunda-feira, junho 26, 2017
domingo, março 05, 2017
Pinga amor
Um coração que pinga amor, para a luisa levar para o seu Pinta-amores.
É mais um coração escorre amor...
quarta-feira, novembro 16, 2016
No coração talvez
Um desenho da mana
Uma ferida rasgada de navalha,
Por onde vai a vida, tão mal gasta.
Na total consciência nos retalha.
O desejar, o querer, o não bastar,
Enganada procura da razão
Que o acaso de sermos justifique,
Eis o que dói, talvez no coração.
José Saramago,que nasceu num dia 16 de Novembro (1922)
Uma ferida rasgada de navalha,
Por onde vai a vida, tão mal gasta.
Na total consciência nos retalha.
O desejar, o querer, o não bastar,
Enganada procura da razão
Que o acaso de sermos justifique,
Eis o que dói, talvez no coração.
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terça-feira, junho 14, 2016
Pinta-amores
Uns "pinta-amores", para a colecção da Luísa.
Num muro, em Vouzela
Num banco de jardim, no Porto
No chão, em Ponta Delgada
Numa parede, no Porto
Numa loja, no Porto
Numa parede, em Trás-os-Montes
Numa porta, em Trás-os-Montes
Na apanha da batata, em Trás-os-Montes
Num banco de jardim, em Castelo Branco
Numa parede, em Trancoso
Numa parede, em Évora
Numa rua, em Delft
Na estação de metro do Bolhão, Porto
Num jardim, em Ponta Delgada
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