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quinta-feira, maio 20, 2010

Dia de Santa Azelhice!

O dia começou bem - não é todos os dias que tomamos o pequeno-almoço na companhia do pai e da mãe-, a manhã de trabalho foi serena. Nada indiciava que o azar espreitasse logo depois do almoço. Está bem que há azares aos quais quadra melhor o nome, é certo que não passou de um raspão, mas ainda estou para ver quanto me vai custar um cálculo mal feito ou a pura demonstração de "azelhice"!

Juro que não bebi... nem água!

quinta-feira, abril 08, 2010

Não há moral que aguente...


... quando sair à rua implica ficar quase sem respirar... Esta Primavera quase me mata!

segunda-feira, janeiro 18, 2010

(Trás-os-Montes, ontem)
... e esta chuva que não pára! :(

segunda-feira, janeiro 11, 2010

burlas "civilizadas"

Não sou uma mocinha tão avarenta que me bata por quaisquer sessenta cêntimos, mas se percebo que estão a tentar fazer-me passar por estúpida o caso muda de figura.
Esta tarde, dirigi-me à estação de Correios do burgo. Quando chegou a minha vez, pedi ao funcionário que me atendeu um envelope almofadado. Sem qualquer pergunta, estendeu-me um de correio verde. Perguntei-lhe se não havia envelopes de correio normal. «Há, mas a diferença é pouca.», respondeu-me. Pedi-lhe que me desse, então, um de correio normal e que pesasse tudo. Pude, assim, provar-lhe que nem sempre a diferença é tão pouca como ele quis fazer-me crer.
Como, há uns tempos, outra funcionária fez o favor de registar um pacote em correio azul sem que eu lho tivesse pedido - só dei conta ao pagar, porque estranhei a diferença -, começo a suspeitar que ordens superiores os levam a agir assim.

quinta-feira, setembro 10, 2009

10 cartões vermelhos

A Fabulosa incumbiu-me da "árdua" tarefa de exibir 10 cartões vermelhos. O cartão vermelho vai então para: 1. as pessoas que não têm a gentileza de segurar a porta aos outros; 2. as pessoas que se colam a nós nas filas, seja no multibanco, na farmácia ou no supermercado; 3. os emigrantes que passam as férias a dizer mal de Portugal, quando uma parte deles não dá mostras de ter aprendido o que quer que seja nos países onde vivem (que me desculpem outros!); 4. o facto de os meus impostos terem que pagar a preguiça de alguns; 5. as pessoas que têm necessidade de "esfregar" na cara dos outros o estatuto ou as notas que obtiveram na faculdade; 6. os vizinhos que gostam de ver os jogos de futebol (em especial do Benfica) em altos berros; 7. os discursos demagógicos dos nossos políticos (quase sem excepção); 8. algumas pessoas que acreditam que viver no litoral ou nos grandes centros é garantia de se ter um espírito mais aberto ou esclarecido; 9. as pessoas que páram o carro em qualquer lugar (os outros que se amanhem!); 10. este calor insuportável fora de tempo. Menina, vais perdoar-me, mas não vou fazer nomeações.

quinta-feira, julho 09, 2009

teimosias

Levanto-me do sofá, onde, sucumbindo a espaços ao sono, assisti a uma mais-do-que-repetida série na tv. Antes de desligar a luz para dormir, pego num livro. Algumas – duas? três? – páginas depois, o sono arremessa o livro contra o meu rosto. Não desisto. Contudo, o meu esforço não vai além de uma página. Rendo-me e decido, finalmente, abandonar o livro e desligar a luz. Ironicamente, sinto-me desperta. Ligo de novo a luz e levanto-me. Nada me ocorre que possa pesar-me na consciência. Pesam-me as pálpebras, isso sim, de sono. Nada que me faça doer a alma. Antes o corpo e, ligeiramente, a cabeça, de cansaço. Tudo à minha volta parece imerso num silêncio pesado. No exterior, apenas o ladrar abafado de alguns cães. Depois destas linhas, o sono e o contrário dele ainda se degladiam e o meu nariz, resistente ao soro fisiológico e à água do mar, teima em dificultar-me a respiração. De súbito, há um sinal do início do dia – ou será do fim da noite? - : o som de uma porta a abrir, passos na escada. Gosto dos sons e da luz que anunciam o dia, mas não menos de poder dormir e descansar. Será que é desta?
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Aqui estou eu, de novo, sem ter pregado olho - nem um só minuto!
Há muito que não testemunhava o acordar e espreguiçar dos dias e que não surpreendia, em diferentes recantos da minha casa, uma luz diferente - por isto, e só por isto, valeu a pena não ter dormido.

terça-feira, julho 07, 2009

Não compreendo

como é que, depois de tantas campanhas de sensibilização, ainda há pessoas que não aprenderam que é mais rápido, económico (esqueçam o ecológico!) levar os diferentes tipos de lixo a um ecocentro do que esperar pela noite para os depositar em qualquer campo (alheio, está claro!). Mais me espanta que haja pessoas que parecem não ter aprendido a usar caixotes do lixo em casa e que se sirvam do quintal do vizinho como depósito de "restos". No fim da tarde de sexta, quando me dispus finalmente a tratar das árvores e a limpar a erva do quadrado murado a que chamo quintal, deparei-me com diversos objectos "estranhos" – beatas, embalagens de leite, pedaços de metal e de madeira, garrafas de cerveja, uma embalagem de amaciador da roupa, entre outras coisas que não sei nomear -, a quantidade suficiente para encher um saco de 30 litros. Está visto que há macacos que aprendem mais depressa...

terça-feira, junho 16, 2009

haja paciência II

Não entendo por que razão certas empresas, nomeadamente bancos e operadoras de telecomunicações, insistem em contactar-nos através de números privados. Só inadvertidamente atendo esse tipo de chamadas, por isso chego a ter no telemóvel, por vezes só num dia, umas quinze não atendidas. A minha sorte - e o azar deles - é que o meu telemóvel passa a maior parte do dia em silêncio.
Torcidinha como sou, numa das raras vezes que atendi, obriguei a simpática voz masculina que ligou a fazê-lo de novo, de um número identificado.

Há dias, liguei para resolver um problema de facturação que surgiu do nada. Fartei-me de barafustar - ligar para um desses serviços faz perder a paciência a qualquer um! Deve ter sido por esse motivo que, no espaço de quatro dias, recebi duas chamadas que tinham como propósito aferir o meu grau de satisfação relativamente ao serviço. Ameaçar que se muda de operadora parece surtir algum efeito.

quarta-feira, setembro 17, 2008

Por que motivo...

...tenho que levar com o fanatismo benfiquista do vizinho? Quando jogou o Sporting não lhe fiz tamanha maldade... Guardado está o bocado...

segunda-feira, setembro 08, 2008

Algumas vezes, não saímos prejudicados por alguém ter tido a intenção de nos prejudicar, mas por ter havido a intenção de beneficiar outros... em qualquer das situações, o prejuízo é sempre nosso!

terça-feira, setembro 02, 2008

custa...

(Foz do Sabor, Agosto de 2008)
... despedirmo-nos do Verão e - mais ainda! - dizer adeus às férias!

quinta-feira, agosto 21, 2008

Pior do que estarmos sem carro e do que a frustração de não podermos concretizar os projectos de pequenas viagens, é pressentirmos que nos estão a enganar e não termos como provar, por não percebermos peva de mecânica. A verdade é que, se percebessemos, talvez não precisassemos de ser enganados e - muito provavelmente - roubados! Nestas questões, há algo que, não sendo pior, nem sequer tão mau como estar sem carro ou ser-se vítima da ganância de quem presta o serviço, não deixa de nos incomodar: os palpites dos sabidolas masculinos da família, que se armam em mecânicos de bancada e se investem do direito de, por outras palavras, nos porem umas orelhinhas de asno - "Isso é muito caro, estão a levar-te... e bem!", "É demasiado tempo.", "Devias ter ido a outra oficina.". Quando acusei o problema, onde estavam todos?
Por tudo isto, pelo céu cinzento que augura chuva, pelo pingo no nariz, os espirros e a temperatura que chegaram de armas e bagagens, vou mas é deixar-me levar pela voz suave da Jolie Holland e passar pelas brasas, porque "tristezas não pagam dívidas"...
Até logo!

sexta-feira, agosto 15, 2008

precisa-se burrico

Ficar sem carro durante quinze dias no único mês que se tem de férias é, no mínimo, exasperante... Quando se vive num lugar onde os transportes públicos nos levam, a horas escassas e impróprias, apenas para localidades também elas "impróprias" (porque não são as que nos interessam), mais complicado se torna...
Além do exaspero da imobilidade, há-de ser, daqui a uns dias, a angústia da "dolorosa"...
Alguém tem um burrico para alugar?

sábado, novembro 03, 2007

vizinhos

Tenho mesmo que assistir ao Paços de Ferreira - Benfica?! Bem, se o vizinho do lado insiste...