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quarta-feira, junho 24, 2015

Todo o cais é uma saudade de pedra

... escreveu o poeta Pessoa ("Ode Marítima").

Porto, estação de S. Bento

quarta-feira, janeiro 14, 2015

Apontamento fotográfico IX


Como escreveu o Pessoa, «todo o cais é uma saudade de pedra». Este em particular traz-me boas memórias e muita saudade.

terça-feira, abril 29, 2014

We all have dreams of leaving...


(Estação de Benfica, Abril de 2014)
...
We all wanna make a new start
Go and pack a little suitcase
With the pieces of our hearts
All those worries and those sorrows
We can just dust them away
Buy a coffee and a paper
And go step on to a train


Stuart A. Staples, "That leaving feeling"

segunda-feira, dezembro 02, 2013

Fotografia em linha

Ontem, durante toda a manhã e algumas horas da tarde, percorremos aproximadamente seis quilómetros daquela que foi a linha do Tua. Uso o pretérito perfeito, porque além de nela já não passarem comboios, em parte do percurso não existem inclusive carris, fruto da ganância de algum sucateiro. O intuito era fazer o registo fotográfico desses seis quilómetros.
Apesar de a temperatura ter descido abaixo de zero graus e de tudo estar coberto por uma visível camada de gelo, como atestam algumas imagens, o passeio acabou por resultar agradável e, em termos fotográficos, proveitoso.










segunda-feira, abril 23, 2012

Todo o cais é uma saudade de pedra*


(Entroncamento)


(Lamarosa)


(Porto - estação de S. Bento)

Gosto de comboios: de os ver, de os fotografar e de viajar neles. 
Durante vários anos, viajei regularmente de comboio, na linha do Douro. Fi-lo por necessidade e por ser a forma mais cómoda de chegar à Invicta. A viagem era demorada, mas, quando tinha a sorte de ter companhia, tornava-se agradável. Quando viajava sozinha, aproveitava para apreciar a paisagem ou para ler. Lembro-me que, na primeira dessas viagens (Pocinho-S. Bento), tinha então dezoito anos, li, de fio a pavio, A Mãe de Gorki.
Lamento que, neste nosso país, ao contrário do que acontece noutros, haja muita gente apostada em acabar de vez com este meio de transporte, para uns, e de lazer, para outros.


* Frase da "Ode Marítima" de F. Pessoa- Álvaro de Campos