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segunda-feira, setembro 03, 2018

Setembro

[...]

Tornam-nos a vida mais breve
essas horas curtas de Setembro,
em que reaprendemos o caminho
dos campos,
a carícia das mãos sobre as uvas,
o doce sumo dos frutos.

[...]

Excerto de um "devaneio" pretensamente poético, de Setembro de 2013

domingo, maio 06, 2018

Muitos

dias felizes para todas as mães!


Um ramo de arçã ou lavandula, que "colhi" esta tarde, num passeio à foz do Sabor, com pais e padrinhos.

segunda-feira, setembro 18, 2017

domingo, junho 11, 2017

Pormenores...

... de um curto passeio  de domingo.






segunda-feira, abril 10, 2017

Flor de pão e queijo


...ou páscoa, primavera ou prímula. 

domingo, janeiro 29, 2017

Insignificâncias


Não sei precisar há quanto tempo comecei a ganhar o gosto por coleccionar cacos. Hoje, guardo alguns em frascos, na esperança de, um dia, ser assaltada por uma ideia que lhes dê uma utilidade. Encontro-os nas terras lavradas, sobretudo nos olivais, na vinha ou na horta. Muitos desses pedacinhos de loiças antigas foram recolhidos pela minha irmã ou pelos meus pais. 
Há dias, numa incursão a Monsanto, conheci, numa loja de artesanato, alguém que nutre este fascínio pelos cacos e que teve a ideia de os usar para fazer brincos e pendentes.Senti-me acompanhada nesta mania infantil de guardar insignificâncias.

terça-feira, setembro 27, 2016

Das memórias boas...


Resgato do baú um texto com alguns anos.

Assomo à varanda. Aqui é impossível não acreditarmos que a Terra é redonda. É difícil não nos sentirmos extasiados com tamanha beleza. O olhar, que, em dias claros, se perde pelos montes até ao planalto, embate agora numa cortina de água.

Num plano mais próximo, campos de verde novo alternam com terras recentemente lavradas.
Aproximo o olhar, que agora se fixa nos caminhos estreitos de terra batida, ladeados de muros de xisto que, como tentáculos, se estendem até às hortas, aos pomares, aos soutos, só depois aos olivais.
Sob a chuva miudinha, que se entranha no empedrado das ruas desertas (essas ruas que já foram de lama e de xisto e onde rolaram alegres carros feitos de tábuas e de rodas de charrua), nas árvores e nos telhados, e o fumo que se desprende das chaminés das poucas casas ainda habitadas, a aldeia é um ser melancólico e solitário, ofendido com a indiferença dos homens que se recolhem no calor das lareiras, no agasalho das casas. Também lhe viro as costas, quando um frio húmido me chega aos ossos. 
Sento-me no velho e pesado escano de madeira, em frente à lareira, onde pedaços de grossos troncos ardem. Memórias antigas teimam em roubar-me ao presente. O sabor inigualável da sopa de feijão vermelho que a tia cozinhava, à lareira, em panela de ferro. O aroma do café de mistura que se exalava do pote de barro preto. O tio que respondia em frases rimadas e que usava sempre colete, de cujo bolso pendia a corrente de um relógio. O rádio Westinghouse do tio que ele guardava tão religiosamente que só o víamos - e ouvíamos - quando coincidia a nossa visita com a hora do noticiário ou do terço. Os almanaques que, com o tempo, passámos a conhecer de cor. As conversas demoradas à lareira.
As histórias de tempos difíceis, de pobreza, de partilha e de bondade, apesar de tudo...

domingo, novembro 01, 2015

terça-feira, agosto 11, 2015

sábado, junho 20, 2015

Pormenores de felicidade







Muitas vezes, a felicidade está nos pormenores. Está nos pequenos momentos que não programamos. A felicidade nasce do tempo que passamos, sem olharmos para o relógio, com os amigos - aqueles com os quais somos nós próprios e que nos amam e nos querem por perto, assim como somos, com virtudes e defeitos.

domingo, maio 24, 2015

Ao rubro





"Colhidas" ontem à tarde, no caminho para a horta, onde nos esperavam as cerejas, os morangos e as alfaces.

Bom domingo!

segunda-feira, junho 16, 2014

domingo, junho 15, 2014

quinta-feira, junho 12, 2014

Branco


(Estevinha)

domingo, junho 08, 2014