gravada com telemóvel, em que eu fui "atropelando" os atores.
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quarta-feira, maio 23, 2018
sábado, maio 05, 2018
La tortilla de mi madre
... assim se intitula o último trabalho da Peripécia Teatro, uma companhia com sede em Vila Real ( de Trás-os-Montes, pois claro!), e que estreou na passada quinta-feira.
É uma peça sobre a influência que os livros podem ter na formação da nossa personalidade ou sobre como podem pôr-nos a salvo da solidão ou da loucura. Aliás, os livros, que foram gentilmente oferecidos por familiares, por amigos ou por anónimos, ocupam uma grande parte do cenário, empilhados, espalhados pelo chão, a simular móveis ou escadas.
"La tortilla de mi madre" revela-se também uma reflexão sobre a solidão, forçada ou voluntária, sobre o processo de escrita, tantas vezes conflituoso e, muito, sobre afectos, que procuramos, quase sempre, na comida da mãe ou nas memórias da infância.
Não tive oportunidade de assistir à estreia, mas foi-me concedido o privilégio de assistir a um dos últimos ensaios e de conversar com atores e encenador. Por este motivo e por todas as peças da companhia a que já assisti, posso garantir-vos que vale muito a pena!
Mais informação aqui.
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quinta-feira, fevereiro 02, 2017
sexta-feira, outubro 26, 2012
sábado, abril 02, 2011
Antes solo que mal acompanhado
é o mais recente trabalho da companhia Peripécia Teatro. Estreia hoje, às 22 horas, no Teatro de Vila Real. A avaliar pelas peças anteriores, garanto que vale muito a pena ir.
terça-feira, abril 20, 2010
Remédios Santos - sem princípios activos
é a última produção da Peripécia Teatro, a que tive o prazer de assistir no segundo dia de apresentação, ou seja, na passada sexta-feira, dia 16.Alternando entre o cómico e o trágico, sucedem-se pequenas histórias e personagens, através das quais se entra no mundo dos medicamentos. Pretende-se, provocando o riso e incitando à reflexão, denunciar os lucros escandalosos dos grandes grupos farmacêuticos, os jogos de bastidores e a corrupção de que alguns profissionais de saúde são presas fáceis. Ao mesmo tempo, satiriza-se sobre a nossa dependência relativamente aos medicamentos, que vão fazendo cair no esquecimento as velhas mezinhas.
Em palco, um número reduzido de adereços vai assumindo inesperadas e inusitadas funções, emprestando energia ao espectáculo e revelando um trabalho, ainda que esperado para quem conhece a companhia, surpreendente.
No dia 22, será a vez de Chaves poder usufruir de um bom momento de teatro (Cine Teatro Bento Martins, 21h30). Se estiverem por lá ou por perto, não deixem de ir.
A imagem foi "roubada" aqui.
A imagem foi "roubada" aqui.
terça-feira, janeiro 20, 2009
falar de teatro
(Mamã?!, Peripécia Teatro) Para quem gosta de teatro e está pelo Minho, pode, no dia 24, pelas 22h, assistir, em Arcos de Valdevez, à peça Mamã?!, a última produção da Peripécia Teatro, uma companhia sedeada em Vila Real e um exemplo do bom teatro que por cá se faz.
À semelhança do que acontece noutros trabalhos da companhia, em Mamã?! o trágico e o cómico dão as mãos, alternando, no mesmo trabalho de palco, cenas de arrebatadora emotividade e momentos verdadeiramente hilariantes.
O argumento é aparentemente simples: uma bailarina de cabaré de grande sucesso vê de súbito a sua carreira comprometida quando engravida acidentalmente de um homem que acaba por abandoná-la.
A partir daí, tudo concorre para uma existência de miséria e de solidão. Num cenário minimalista, uma actriz, que enverga as vestes e assume as atitudes desajeitadas de um clown, contracena com um clarinetista, cuja música marca o ritmo trágico e emotivo da personagem central.
A tragicidade do assunto vê-se suplantada por surpreendentes cenas de cómico, enfatizadas pela multiplicidade de funções que os objectos e o guarda-roupa vão assumindo ao longo da peça.
Rir até às lágrimas é inevitável e obrigatório!
À semelhança do que acontece noutros trabalhos da companhia, em Mamã?! o trágico e o cómico dão as mãos, alternando, no mesmo trabalho de palco, cenas de arrebatadora emotividade e momentos verdadeiramente hilariantes.
O argumento é aparentemente simples: uma bailarina de cabaré de grande sucesso vê de súbito a sua carreira comprometida quando engravida acidentalmente de um homem que acaba por abandoná-la.
A partir daí, tudo concorre para uma existência de miséria e de solidão. Num cenário minimalista, uma actriz, que enverga as vestes e assume as atitudes desajeitadas de um clown, contracena com um clarinetista, cuja música marca o ritmo trágico e emotivo da personagem central.
A tragicidade do assunto vê-se suplantada por surpreendentes cenas de cómico, enfatizadas pela multiplicidade de funções que os objectos e o guarda-roupa vão assumindo ao longo da peça.
Rir até às lágrimas é inevitável e obrigatório!
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