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segunda-feira, setembro 03, 2018

Setembro

[...]

Tornam-nos a vida mais breve
essas horas curtas de Setembro,
em que reaprendemos o caminho
dos campos,
a carícia das mãos sobre as uvas,
o doce sumo dos frutos.

[...]

Excerto de um "devaneio" pretensamente poético, de Setembro de 2013

segunda-feira, setembro 19, 2016

Face the moon


Lua de 18 de Setembro


sexta-feira, setembro 02, 2016

Setembro


Setembro ressuscita os nossos mortos
senta-os nas varandas onde secam os figos
e as casulas, onde cheira ainda a maçãs,
e ali, de mãos pousadas no regaço,
desfiam histórias antigas.

Tornam-nos a vida mais breve
essas horas curtas de Setembro,
em que reaprendemos o caminho
dos campos,
a carícia das mãos sobre as uvas,
o doce sumo dos frutos.

Neste mês de luz coada,
em que o sol põe arrepios sobre a pele,
que conserva ainda a memória do verão,
seguiste o caminho que te afastava de mim.

Das amoras, ficou-me esta tinta indelével
na ponta dos dedos.

Deep, 10 de Setembro de 2013

Em repetição... porque gosto, ainda que seja meu e nele assome alguma tristeza...

Feliz Setembro para que passa. :)

domingo, setembro 27, 2015

quinta-feira, setembro 24, 2015

Por decreto íntimo


Despede-se o Verão
com os seus dias de ócio e de calor.

Despede-se da cepa que lhe deu vida
e acolheu o cacho farto de uva.

Despedem-se de ti o meu olhar,
as minhas mãos, todo o meu corpo
e, com pontual solidariedade, a alma.

Recolho as mãos, dispensadas do ofício
da ternura.
Cubro, de novo, o coração
para os dias frios que o esperam.

Instituo, por decreto íntimo,
Setembro como o mês das despedidas.

23 de Setembro de 2015


Não gosto de despedidas...

sábado, setembro 12, 2015

Setembro


Setembro ressuscita os nossos mortos
senta-os nas varandas onde secam os figos
e as casulas, onde cheira ainda a maçãs,
e ali, de mãos pousadas no regaço,
desfiam histórias antigas.

Tornam-nos a vida mais breve
essas horas curtas de Setembro,
em que reaprendemos o caminho
dos campos,
a carícia das mãos sobre as uvas,
o doce sumo dos frutos.

Neste mês de luz coada,
em que o sol põe arrepios sobre a pele,
que conserva ainda a memória do verão,
seguiste o caminho que te afastava de mim.

Das amoras, ficou-me esta tinta indelével
na ponta dos dedos.

Deep, 10 de Setembro de 2013

Em repetição por aqui...

terça-feira, setembro 10, 2013

Setembro


Setembro ressuscita os nossos mortos
senta-os nas varandas onde secam os figos
e as casulas, onde cheira ainda a maçãs,
e ali, de mãos pousadas no regaço,
desfiam histórias antigas.

Tornam-nos a vida mais breve
essas horas curtas de Setembro,
em que reaprendemos o caminho
dos campos,
a carícia das mãos sobre as uvas,
o doce sumo dos frutos.

Neste mês de luz coada,
em que o sol põe arrepios sobre a pele,
que conserva ainda a memória do verão,
seguiste o caminho que te afastava de mim.

Das amoras, ficou-me esta tinta indelével
na ponta dos dedos.

Deep/ 10 de Setembro de 2013