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terça-feira, janeiro 09, 2018

Como no?


Num restaurante em Barcelona

quarta-feira, março 22, 2017

domingo, dezembro 11, 2016

Olha para ti, que bonita estás!


Há uns anos, recebi, pelo correio, a árvore do Advento que se vê na imagem. Foi um gesto de carinho de uma prima que vive em Amesterdão e que a comprou numa feira de artesanato.
Durante anos, as gavetas permaneceram vazias e a árvore pousada num móvel do escritório, excepto na época de Natal em que eu a transfiro para um local mais visível.
No início do mês, no intuito de "dar que fazer" às minhas sobrinhas, enquanto esperavam pelo jantar, pedi-lhes que escrevessem mensagens para guardar nas gavetas da árvore. Entusiasmadas, corresponderam à minha solicitação. O resultado: pedacinhos de felicidade, desenhada ou escrita, que diariamente me arrancam sorrisos.
As primeiras palavras que hoje li foram as que servem de título ao post. Como não sorrir?!



domingo, novembro 20, 2016

Das manifestações de ternura

Ontem, quando, no início da manhã, cheguei a casa dos meus pais para um dia de apanha de castanhas, a minha mãe mostrou-me o presente que a minha irmã enviou ao meu pai, que faz hoje 77 anos. No pacote, chegou também um desenho da sua autoria, acompanhado de algumas palavras sentidas, dispostas em verso.
O meu pai leu as palavras e ficou em silêncio. Eu e a minha mãe lêmo-las de seguida, com a autorização dele. A minha mãe, talvez incomodada com o silêncio do meu pai, perguntou-lhe se, de facto, as tinha lido. Eu fiquei tão emocionada que não consegui evitar que os olhos ficassem marejados de lágrimas. 
Fiquei, sobretudo, emocionada com a coragem da minha irmã, com o carinho que demonstra e com uma "frontalidade" na expressão de sentimentos que nunca acontece entre nós. Há, na nossa família, várias formas de mostrar ternura, de mostrar que se gosta, mas evitam-se as palavras "lamechas", carregadas de sentimento, assim como os abraços. Essa frontalidade têmo-la todos apenas com as duas mais novas. 

terça-feira, setembro 23, 2014

quarta-feira, outubro 21, 2009

Só quem puder obter a estupidez

Ou a loucura pode ser feliz. 
Buscar, querer, amar . . . tudo isto diz 
Perder, chorar, sofrer, vez após vez. 

A estupidez achou sempre o que quis 
Do círculo banal da sua avidez; 
Nunca aos loucos o engano se desfez 
Com quem um falso mundo seu condiz. 

Há dois males: verdade e aspiração, 
E há uma forma só de os saber males: 
É conhecê-los bem, saber que são 

Um o horror real, o outro o vazio – 
Horror não menos – dois como que vales 
Duma montanha que ninguém subiu. 

F. Pessoa


Boa noite... e bons sonhos! :)