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terça-feira, abril 26, 2016

O outro

Eu não sou eu nem sou o outro,
Sou qualquer coisa de intermédio:
Pilar da ponte de tédio
Que vai de mim para o Outro.
Mário de Sá Carneiro, Indícios de Oiro (1916)



Mário de Sá-Carneiro, um dos poetas de Orpheu, amigo íntimo de Fernando Pessoa, morreu há 100 anos.
O meu poema preferido continua a ser "Quase", seguido de "Caranguejola" e de "Serradura".

quarta-feira, maio 12, 2010

Esquadros



Adequada, a meu ver, para uma tarde cinzenta e fresquita como esta...