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quinta-feira, maio 28, 2020

Por vezes


(Gimonde, Bragança)
Por vezes
Por vezes, ignoramos o leito do rio,
ignoramos que há barcos que se perdem
na voragem dos dias.

Buscamos, pela tarde,a sombra das árvores,
o canto primordial de um regato.
Ansiamos por um canto de ave,
pela suave ondulação de uma seara.
Mas vê como, subitamente,
a luz afrouxa com a passagem
das horas.
Repara como a margem
se fez lamacenta,
como é maior agora
a distância entre os meus dedos
e o teu cabelo.
Em breve, nada sobrará
que possa ser, entre nós,
dádiva...

domingo, abril 08, 2018

De mãos dadas e coração cheio

Para o Pinta-amores da luisa.


Na entrada do tabuleiro de cima da ponte de D. Luiz, do lado de Gaia



sábado, março 25, 2017

Duplo império


Ponte sobre o rio Douro, em Zamora
Atravesso as pontes mas
(o que é incompreensível)
não atravesso os rios, 
preso como uma seta
nos efeitos precários da vontade.
Apenas tenho esta contemplação
das copas das árvores
e dos seus prenúncios celestes,
mas não chego a desfazer
as flores brancas e amarelas
que se desprendem.
As estações não se conhecem,
como lhes fora ordenado,
mas tecem o duplo império
do amor e da obscuridade.

Pedro Mexia

terça-feira, março 29, 2016

A ponte é uma passagem...


Ponte sobre o rio Douro/ Duero

sexta-feira, julho 03, 2015