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terça-feira, fevereiro 21, 2017

Pequenos desafios


(Sarah-Jane Szikora)

Executar tarefas que nos empurram para fora da zona de desconforto da rotina pode ser muito gratificante. Ainda que essas tarefas nos roubem horas ao sono e ao lazer . Ainda que significam responder mais cedo ao apelo do despertador e a conceder, sem qualquer tipo de gratificação. horas extraordinárias à entidade patronal.
Protesto, barafusto, discordo, mas, na hora H, quando me propõem um desafio, por pequeno que seja, não consigo dizer «Não». Sempre pelo desafio.

domingo, dezembro 11, 2016

Olha para ti, que bonita estás!


Há uns anos, recebi, pelo correio, a árvore do Advento que se vê na imagem. Foi um gesto de carinho de uma prima que vive em Amesterdão e que a comprou numa feira de artesanato.
Durante anos, as gavetas permaneceram vazias e a árvore pousada num móvel do escritório, excepto na época de Natal em que eu a transfiro para um local mais visível.
No início do mês, no intuito de "dar que fazer" às minhas sobrinhas, enquanto esperavam pelo jantar, pedi-lhes que escrevessem mensagens para guardar nas gavetas da árvore. Entusiasmadas, corresponderam à minha solicitação. O resultado: pedacinhos de felicidade, desenhada ou escrita, que diariamente me arrancam sorrisos.
As primeiras palavras que hoje li foram as que servem de título ao post. Como não sorrir?!



sábado, novembro 26, 2016

O saber não ocupa lugar

(Imagem da net)

Fui aluna de Inglês do 5.º ao 12.º ano. Apesar disso, estou longe de ser uma expert, por isso, depois de muitos anos, decidi voltar a estudar a língua. 
Ainda que o curso, que tem a duração de cinquenta horas, me roube algum tempo do fim-de-semana ou da semana, é bom recordar aquilo que já estava esquecido, desfazer equívocos ou aprender coisas novas. Refrescante é igualmente o convívio com colegas e com a professora. Quebra a rotina e dispõe-nos bem.
Hoje de manhã, fizemos o primeiro teste, com questões elementares sobre tempos verbais, artigos e algum vocabulário. Penso que não me saí mal de todo.

Qualquer dia, regresso ao russo. 

domingo, outubro 09, 2016

Qualidade de vida

Perguntava-me ontem um amigo que encontrei, por acaso, no café e com quem fiquei a conversar algum tempo «Se, a esta altura, ocupas os fins de semana com trabalho, como fazes quando o trabalho aumenta inevitavelmente? Não dormes?» e acrescentava «Temos de guardar os fins de semana para nós, é um direito nosso. Isso é qualidade de vida.»
Dei-lhe razão. 
Qualidade de vida é saber dar importância às coisas pequenas, aos gestos aparentemente pequenos daqueles que nos rodeiam, como o facto de haver amigos que nos convidam para almoçar e que à nossa recusa respondem com uma caixinha de comida ainda quente. A lasanha de peixe e legumes que foi o meu almoço está óptima!

segunda-feira, outubro 03, 2016

Da sorte que eu tenho


"Shady" de Joanne Nam

Hoje, no fim do dia, quando atravessava sozinha o espaço exterior do meu local de trabalho, senti uma certa paz e conclui que tenho sorte em trabalhar num lugar onde apetece estender uma manta na relva sempre viçosa e aparada, ou sentar à sombra dos castanheiros e dos cedros frondosos ou de ir colher ameixas quando é tempo delas.

quarta-feira, março 16, 2016

Black coffee




Brincadeiras com a máquina...

terça-feira, março 08, 2016

Pequenos prazeres


Pequenos prazeres, que estão a tornar-se viciantes: a chama da salamandra (na falta de lareira), chá preto, com um leve toque de jasmim, e panquecas de aveia - esta foi feita apenas com aveia triturada, o sumo de meia laranja e uma clara de ovo e, depois de cozinhada, guarnecida com queijo fresco e canela. Hummm...

domingo, dezembro 20, 2015

Pequenos prazeres



A aproximação do Natal é sempre um bom pretexto para um jantar entre amigos. Este estava delicioso, mas mais importante do que o jantar, para o qual todos contribuímos, foram o convívio, a boa disposição e o companheirismo. No regresso a casa, uma chuva morna pareceu trazer mais brilho à noite.

terça-feira, outubro 06, 2015

Um abraço, por favor


(Imagem daqui)

- É um abraço, por favor.
- Neste momento, não posso responder ao seu pedido. Sugiro-lhe, em alternativa, um 
  éclair. Garanto-lhe que tem o sabor de um abraço.
- Parece-me uma óptima ideia. Obrigada.
- Trago-lhe também um café, alguns minutos de conversa e algumas palavras amigas. Que 
  me diz?
- Não podia ser melhor. Muito, muito obrigada.

segunda-feira, setembro 21, 2015

Fotografar


Ontem foi dia de esquecer o modo automático da máquina fotográfica e de explorar, num workshop promovido pela Associação Aldeia e orientado pelo Manuel Teles, os ISOs, a velocidade, a abertura, os "f". Valeu - muito! - por aquilo que nos foi transmitido, mas também pelo convívio. 

À excepção da primeira, que sofreu um ligeiro corte, as fotos saíram directamente do cartão da máquina, sem edição.








quinta-feira, agosto 13, 2015

Olhar as estrelas

A felicidade, como já escrevi certamente por aqui, nem sempre resulta de grandes acontecimentos. Ela pode nascer de instantes tão simples como passar quase duas horas de olhos postos no céu a observar estrelas em queda. Esta noite, se os cálculos estiverem certos, vi umas quinze. Para tal, bastaram um local no campo, alguns amigos, agasalhos, comida e chá quente. O céu tratou do resto.

quarta-feira, agosto 05, 2015

Dos pequenos incidentes que têm o privilégio de maravilha


Há dias em que vivenciamos, para usar as palavras de Pessoa, "incidentes que têm o privilégio de maravilha". O Sábado passado foi um desses dias. Comecei por fazer uma viagem de duas horas e meia na companhia serena e sempre agradável de uma das minhas melhores amigas. No fim da tarde, tive o prazer de conhecer pessoalmente a Isabel, uma das bloggers que visito e que marca presença regular neste espaço, com quem tomei um café e tive uma conversa agradável e despretensiosa, que continuou à noite, no Cine-Teatro de Castelo Branco. Foi neste espaço, depois de um jantar rápido com um grupo de pessoas bem dispostas, que pude ver, pela primeira vez, dois escritores de eleição: Rosa Montero e José Eduardo Agualusa. Não menos emocionante foi o encontro totalmente inesperado com uma das "minhas" poetisas, a Maria do Rosário Pedreira, que respondeu de forma simples e simpática à minha abordagem.

sábado, julho 04, 2015

Pequenos prazeres


(Evgueniy Monahov, "Manhã de domingo"

Assistir a um concerto de um grupo que, ainda que não se aprecie muito, faz lembrar velhos tempos, cantar as músicas cujas letras sobram na memória, entrar num bar e dançar até doerem os pés, fazer uma caminhada até casa, com o Sol a nascer, na companhia de uma das amigas do peito, ser-se surpreendido pelo cheiro do pão acabado de sair do forno, entrar na padaria, comprar um pão, chegar a casa, cortar uma fatia, barrá-la com manteiga e saboreá-la com uma chávena de cevada bem quente... são pequenos prazeres que tornam os dias e a vida um pouco maiores, porque melhores.

sábado, março 07, 2015

Em tons de azul


Com  este sol, a prometer primaveras, dá vontade de esquecer o trabalho e de andar pelo campo a fartar os olhos - e o coração - de maravilha.

terça-feira, março 03, 2015

O que apetece


Uma esplanada, férias, Amesterdão...

quinta-feira, novembro 13, 2014

Como se «pareciera que están lavando el mundo»


Concedo-me um momento. Um momento que, ainda que possa ter o testemunho de outras pessoas, é só meu. A chuva, que hoje insiste em povoar-nos as horas, não permite grandes aventuras, por isso, depois de umas compras breves, mas necessárias, sento-me na pastelaria do costume, a esta hora quase vazia. Peço um café e uma nata - é certo que não é dos "Pastelinhos", mas  não deixa de ser saborosa, o suficiente para satisfazer a urgência de mimo, mais do que de açúcar. Coisa pouca, é certo.
Não fosse a música que jorra da televisão e que excede em decibéis mais do que os meus ouvidos e a minha vontade de sossego consentem, estes minutos poderiam significar um modesto pedaço de paraíso.
Entretanto, levanto a cabeça do pequeno caderno de apontamentos em que escrevo, e vislumbro, já a fugir-me do alcance da vista, a amiga de muitos anos, a mais antiga, depois dos irmãos e de alguns primos. Apresso-me a telefonar-lhe e, em poucos minutos, ela surge, sorridente, na minha frente, para alguns minutos de conversa amena, a polvilhar de açúcar o fim da tarde. Quebro, assim, a rotina neste dia que acordou tempestuoso, a desfazer-se em chuva, como se «pareciera que están lavando el mundo» (Juan Gelmán).

sábado, novembro 30, 2013

Porque hoje é sábado,


 (Esplanada do café  "De Jaren" ("os anos"), Amsterdam)


vou sair para tomar um café com uma das amigas mais antigas.

Bom sábado para quem passa!

terça-feira, maio 18, 2010

Os anéis de Saturno

(Imagem da net)

Os melhores momentos são, muitas vezes, aqueles que resultam de convites de última hora.  O de hoje levou-me num "passeio" pelos anéis de Saturno, pelas crateras lunares, por Marte, por Vénus e pela Estrela Polar, na boleia de um telescópio.

domingo, março 14, 2010

Esta tarde...


...convoquei o Pessoa, o Toots Thielemans e alguns amigos deste para um chá na varanda... Poesia, música, chá e sol combinaram na perfeição.

segunda-feira, fevereiro 15, 2010

pequenos prazeres

(A foto é uma experiência do meu pai, que não resultou nada mal, digo eu...)

Por vezes, não bastam o calor e o conforto. Por vezes, torna-se urgente esta chama de fogueira, que, mais do que o corpo, aquece a alma, que nos faz sentir em casa. Mais ainda, quando, lá fora, o vento gelado parece cristalizar tudo em que toca e a neve, que se fez anunciar de mansinho durante a tarde, é ainda uma ameaça.