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segunda-feira, setembro 21, 2015

Fotografar


Ontem foi dia de esquecer o modo automático da máquina fotográfica e de explorar, num workshop promovido pela Associação Aldeia e orientado pelo Manuel Teles, os ISOs, a velocidade, a abertura, os "f". Valeu - muito! - por aquilo que nos foi transmitido, mas também pelo convívio. 

À excepção da primeira, que sofreu um ligeiro corte, as fotos saíram directamente do cartão da máquina, sem edição.








sexta-feira, setembro 04, 2015

segunda-feira, agosto 17, 2015

segunda-feira, fevereiro 09, 2015

sábado, março 29, 2014

Legenda para um coração ocupado



Surripiei daqui a legenda para o meu coração de lata...

Aforismo Quinto

Quem anda há tanto tempo no meu coração devia pagar renda
Ou então pedir-me a chave

João Pedro Silveira

segunda-feira, março 03, 2014

domingo, setembro 08, 2013

(im)porta


«Que me importa, agora que me importas,
que batam, se não és tu, à porta?»

Fernando Assis Pacheco, excerto do poema "Seria o amor português (variações sobre um fado)" (aqui)

segunda-feira, maio 27, 2013

Portas


Eu, apanhada em flagrante




sexta-feira, maio 10, 2013

quarta-feira, maio 08, 2013

As casas


As casas, à força de as habitarmos, 
ganham alma.
Com o tempo, nascem-lhes braços,
regaços espaçosos e corações enormes,
em que buscamos refúgio,
quando o exterior e, por vezes,
o nosso interior se revelam hostis.

Quando as deixamos,
alguma coisa do que fomos
fica com elas,
dos seus compartimentos vazios
desprende-se uma solidão quase humana.

Se cedermos à tentação de olhar para trás,
na despedida,
conseguimos intuir-lhes
uns olhos de cão triste e abandonado.


deep/ Janeiro de 2013

segunda-feira, abril 29, 2013

Fechaduras transmontanas




Tenho particular fascínio por fechaduras - já o referi aqui -, por isso, sempre que se proporciona, aponto a máquina para as portas antigas que vou encontrando. Escolho, sobretudo, portas de espaços desabitados, por serem as mais bonitas e porque são aquelas que ameaçam durar menos. 
Por norma, para os donos, as portas, como os espaços, assumem pouco valor. Para eles, tudo não passa de coisas velhas que é preciso, havendo recursos, substituir por algo novo, com mais brilho, mas seguramente menos bonito e menos genuíno. Fotografar não deixa, deste modo, de ser uma maneira de preservar a memória de uma região ou de um lugar.