Era em Julho, um domingo; fazia um grande calor; (...) sentia-se fora o sol faiscar nas vidraças, escaldar a pedra da varanda; havia o silêncio recolhido e sonolento de manhã de missa; uma vaga quebreira amolentava, trazia desejos de sestas, ou de sombras fofas debaixo de árvores, no campo, ao pé da água (...).
Eça de Queirós, O Primo Basílio