A ausência está na porta da casa que se fecha e onde temos renitência em voltar, no telefonema que falta e que confirmava preocupação e afeto e em tantas outras coisas.
A presença está nas memórias, nas aprendizagens e nos gestos que, consciente ou inconscientemente, imito, nos sons, nos aromas, em incontáveis registos, que os mais de 50 anos de convívio me proporcionaram.

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