quarta-feira, maio 23, 2018

Uma conversa informal,

gravada com telemóvel, em que eu fui "atropelando" os atores. 

Aqui.

sexta-feira, maio 11, 2018

domingo, maio 06, 2018

Muitos

dias felizes para todas as mães!


Um ramo de arçã ou lavandula, que "colhi" esta tarde, num passeio à foz do Sabor, com pais e padrinhos.

sábado, maio 05, 2018

La tortilla de mi madre


... assim se intitula o último trabalho da Peripécia Teatro, uma companhia com sede em Vila Real ( de Trás-os-Montes, pois claro!), e que estreou na passada quinta-feira.
É uma peça sobre a influência que os livros podem ter na formação da nossa personalidade ou sobre como podem pôr-nos a salvo da solidão ou da loucura. Aliás, os livros, que foram gentilmente oferecidos por familiares, por amigos ou por anónimos, ocupam uma grande parte do cenário, empilhados, espalhados pelo chão, a simular móveis ou escadas.
"La tortilla de mi madre" revela-se também uma reflexão sobre a solidão, forçada ou voluntária, sobre o processo de escrita, tantas vezes conflituoso e, muito, sobre afectos, que procuramos, quase sempre, na comida da mãe ou nas memórias da infância.

Não tive oportunidade de assistir à estreia, mas foi-me concedido o privilégio de assistir a um dos últimos ensaios e de conversar com atores e encenador. Por este motivo e por todas as peças da companhia a que já assisti, posso garantir-vos que vale muito a pena!

Mais informação aqui.

terça-feira, maio 01, 2018

Maio



A canção de Zeca Afonso, na voz da transmontana Catarina Miranda.

segunda-feira, abril 30, 2018

Como as árvores


(Duy Huynh)
Inclino-me, como as árvores,
à passagem do vento,
rendo-me aos seus doces sussurros,
sedutor incorrigível, quando a tarde declina...

Inclino-me, quando impetuoso,
rompe pelos caminhos e sibila
nas folhas.

Inclino-me, mas não parto...

Como as árvores, tenho raízes
que me prendem ao chão
e ramos no lugar dos braços.

Como elas, acolho, sem os abraçar,
os pássaros que buscam agasalho

Oiço-os cantar – e quero ser ave.
Vejo-os voar – e quero, no lugar dos ramos,
no lugar dos braços, ter asas.

deep, abril de 2015

Em repetição por aqui.

segunda-feira, abril 23, 2018

O que apetece


Maxwell Doig

... mas, por ora, não pode ser.