sábado, julho 16, 2016

Feiticeira


Há minutos, estava como se vê na imagem.

quarta-feira, julho 13, 2016

Escrevo o que ainda não conheço

Escrevo o que ainda não conheço
nomes de ruas pássaros árvores
monólogos de quem ainda te fala alto
é a minha voz ou a tua?
lá fora a chuva confunde-se com gestos
falamos do tempo, ponte entre o silêncio e o nada
ouve, quando não fores capaz de falar, toca-me

Maria Sousa

segunda-feira, julho 11, 2016

As vitórias

Imagem surripiada aqui

Parece que ontem a vitória lusa não foi apenas no futebol... Parabéns, campeões!

domingo, julho 10, 2016

Manhãs de domingo

«As manhãs de domingo são as mais solitárias de todas, é quando Deus acorda demasiado tarde e esquece-se de pôr o mundo em movimento.»
Lars Saabye Christensen, Herman

Li este livro recentemente. Recomendo-o a miúdos (adolescentes) e graúdos. Bem haja a quem teve a gentileza de mo oferecer!

Percebi, entretanto, que se fez um filme baseado no livro.

sexta-feira, julho 08, 2016

Flores


Quando as amigas nos oferecem flores dos seus jardins... isso é carinho!

Há dois dias, uma amiga ofereceu-me hortênsias; outra, ontem, trouxe-me um ramo de alfazema e de folhas de hera. A minha casa ficou florida, a lembrar primaveras e cantos de pássaros. 

domingo, julho 03, 2016

Landslide



Para ouvir, enquanto trabalho.

Bom domingo para quem passa.

sábado, julho 02, 2016

"Instórias" alheias

Adoro esta "Instória" do Carriço

Encosto o dedo à tua fotografia e repito o passeio domingueiro pela marginal do teu corpo. Devagar, assim obriga o trânsito de sentimentos que me provocas. Contorno a faixa costeira a respirar a maresia tranquilizante do teu cabelo sem ondulação. A areia molhada que é a pele dos teus ombros devolve-me o brilho que reconheço como sendo o do teu olhar. Curvo à esquerda, o dedo a derrapar para o teu pescoço, e entro no percurso acidentado que é a fina cordilheira das tuas vértebras. Ainda mais devagar, assim obriga a topografia, uma subida a custo, o dedo a vencer a oposição da gravidade, uma descida cuidadosa, o dedo a fazer o que pode para demorar. Continuar a descida significa entrar no vale abrigado das tuas omoplatas e, na ausência dos sulcos vertebrais, embalado pela paisagem que se vai revelando, ganhar velocidade até perder o fio à meada das palavras. Perder-me. Mas perder-me nunca foi uma preocupação. Essa foi sempre e toda perder-te.