Não acredito no destino. Recuso-me a aceitar que as nossas vidas possam estar pré-determinadas. Se assim fosse, de que valeria errarmos e aprendermos com os erros? De que serviriam os esforços que empreendemos para concretizarmos os nossos sonhos?
Aceito os acasos e as coincidências - felizes ou infelizes. Acredito que os mais pequenos gestos ou as decisões mais inócuas podem, como peças de dominó que se precipitam umas sobre as outras, virar as nossas vidas do avesso, para o bem e para o mal.
Não posso saber se outras opções me teriam conduzido a uma vida mais feliz ou mais realizada, mas sei que aquilo que sou, as experiências que tenho vivido e as pessoas com quem me tenho cruzado vieram ao meu encontro muito antes de acontecerem - no momento em que tomei uma decisão que, de tão aparentemente insignificante, já não mora na minha memória.
Aceito os acasos e as coincidências - felizes ou infelizes. Acredito que os mais pequenos gestos ou as decisões mais inócuas podem, como peças de dominó que se precipitam umas sobre as outras, virar as nossas vidas do avesso, para o bem e para o mal.
Não posso saber se outras opções me teriam conduzido a uma vida mais feliz ou mais realizada, mas sei que aquilo que sou, as experiências que tenho vivido e as pessoas com quem me tenho cruzado vieram ao meu encontro muito antes de acontecerem - no momento em que tomei uma decisão que, de tão aparentemente insignificante, já não mora na minha memória.







