Para todos os visitantes: FELIZ NATAL!
domingo, dezembro 24, 2006
segunda-feira, dezembro 18, 2006
domingo, dezembro 17, 2006
(O grupo empenhado na caminhada)
(As ovelhinhas a posar para a foto)
(A vaquinha distraída)
(O forno de cozer telha)
(O presépio na igreja de uma aldeia)
(Os meus pés)
Para não deixar alguém a salivar, optei por não fotografar as alheiras, as chouriças, o pão caseiro e as azeitonas que integraram a merenda com que rematámos a tarde.
Boa semana para todos!
sábado, dezembro 16, 2006
quando um homem quiser
quinta-feira, dezembro 14, 2006
PARABÉNS, 'Tá Difícil!
quarta-feira, dezembro 13, 2006
segunda-feira, dezembro 11, 2006
a tocar:
domingo, dezembro 10, 2006
o valor do vento
Compreensão da árvore A tua voz edifica-me sílaba a sílaba e é árvore desde as raízes aos ramos Cantas em mim a primavera breve tempo e depois os pássaros irão povoar de ti novas solidões E eu sentirei na fronte permanentemente o sudário levemente branco do teu grande silêncio ó canção ó país ó cidade sonhada dominicalmente aberta ao mar que por fim pousas na fímbria desta tua superfície. Ruy Belo
Porque o deixou na minha caixa de comentários, assumi como uma espécie de oferta o poema do Nilson - espero que não te importes! -, que passo a transcrever e que aborda, ainda que indirectamente, a temática do vento, como primeiro de Ruy Belo.
O vento empurrou-te Para mim numa réstia de sol Matinal que descobriu Mais pombas que pardais Coladas ao teu corpo Cobre de pássaros da chuva miudinha. Afoguei-te na orgia Solarenga de bulícios de luzes. Engoliste golfadas De murmúrios de gestos apressados Abandonada No turbilhão de claridades inquietas. Despenteei-te com voos Rasos de ventos enrolados de sombras. Possuí-te nua Na passadeira efémera, vermelha de desejo. Guardei-te na memória impressa futura Para que de mim estejam perto As pombas Os pássaros A chuva miudinha Fixadas no cobre do teu corpo descoberto.












