sábado, outubro 31, 2015

A luz afrouxa com a passagem das horas

(...)

Mas vê como, subitamente,
a luz afrouxa com a passagem
das horas.

Repara como a margem
se fez lamacenta,
como é maior agora
a distância entre os meus dedos
e o teu cabelo.

Em breve, nada sobrará
que possa ser, entre nós,
dádiva...

(O texto em falta aqui)

3 comentários:

ana disse...

o lado belo da tristeza, quando resulta num poema assim :)

bom sábado, deep

heretico disse...

dói teu poema - de tão belo!...

beijo

deep disse...

Obrigada, ana. :) Boa semana. beijo

Obrigada, heretico. :) Boa semana. beijo