quarta-feira, outubro 26, 2005

esquisitices
Na sequência do excerto de Paul Auster, também eu adoro cadernos de capa dura, costurados, mas pautados, de preferência. É nesses, de capa azul ou preta, com uma etiqueta na frente, que eu escrevo há anos. Seduzem-me as páginas em branco, que se vão tornando cúmplices dos meus estados de alma, que vão partilhando poemas ou citações de que gosto e com os quais me identifico. Não ter um caderno desses em casa é como não ter maçãs... faltando-me estas é como se não tivesse fruta. Esquisitices!
Ah! Esquecia-me de vos dizer que, como o próprio P. Auster afiançou numa entrevista, os cadernos a que ele se refere na sua obra não existem. Mas, aqueles de que vos falei talvez se aproximem...

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