domingo, novembro 29, 2015

Nessa luz de sol morno


Edward Hopper, "Coffee"
Há um esquisso de intimidade
nesse aroma de café
que inaugura a manhã e que,
a conta-gotas,
se imiscui no cheiro
permanente dos livros.

Há um secreto aconchego
nessa luz de sol morno
que entra pela janela,
nesse silêncio cortado, a espaços,
pelas vozes abafadas dos vizinhos.

[...]

O que falta do texto está aqui.

7 comentários:

Isabel disse...

Gostei muito do poema (gostava de ter sido eu a escrevê-lo e poderia ser...se soubesse escrever assim...)

A pintura é de um pintor de que gosto imenso e a princípio parecia-me uma foto - que pensei ser tua.

Bom domingo:)

deep disse...

Obrigada, Isabel.:)

Não escreveste este texto, mas estou certa de que poderás escrever outros. Este não passa de um mero devaneio, como costumo dizer.

Também gosto muito do Hopper.

Bom domingo. Bjs

luisa disse...

Cheirou-me aqui a café, senti o sol a entrar pela janela (embora seja agora noite), segui o caminho para o resto do poema, deixei-me levar por outras memórias. :)

deep disse...

Penso que deve ser bom sinal, Luísa. :) Obrigada.

Isabel Pires disse...

Belo poema, deep!
Parabéns.
Beijo

Luis disse...

...

deep disse...

Obrigada, Isabel.:)

Boa semana. Beijo

Luís,não sei o que significam as reticências... ainda assim, obrigada. :)