quinta-feira, dezembro 04, 2014

A poesia que vem ter comigo

e fiquei sozinha, lentamente,
como só lentamente se deve
morrer de amor


valter hugo mãe, o resto da minha alegria


Há minutos, quando procurava, nas minhas pastas, um determinado documento, veio ter comigo este poema, que tem tanto de triste, como de belo. Achei que seria uma pena não o partilhar.

2 comentários:

pcristinasantos disse...

Simplesmente bonito!
Ainda bem que o partilhas-te :)
Beijos

deep disse...

:)

Beijos