sexta-feira, julho 13, 2012


Nesta curva tão terna e lancinante
que vai ser que já é o teu desaparecimento
digo-te adeus
e como um adolescente
tropeço de ternura
por ti.

Alexandre O’Neill

2 comentários:

Anónimo disse...

Também gosto muito destas palavras de O'Neill.

deep disse...

;)