terça-feira, outubro 14, 2008

esboço

(Lagoa do Fogo, Julho de 2008)
Nem sempre no teu rosto
o silêncio é um plácido regato
onde me encontro e me espelho.

Nem sempre as aves
vêm saciar a sede
nas tuas mãos.

Nem sempre o teu peito
é porto de abrigo
onde amarro os meus sonhos
e aguardo o fim das tormentas.


(deep)

1 comentário:

vaandando disse...

belíssimo, poeta, abra-se já um espaço e.... continue-se a escrever!
cordialmente___________----
JRMarto