quinta-feira, agosto 21, 2008

Pior do que estarmos sem carro e do que a frustração de não podermos concretizar os projectos de pequenas viagens, é pressentirmos que nos estão a enganar e não termos como provar, por não percebermos peva de mecânica. A verdade é que, se percebessemos, talvez não precisassemos de ser enganados e - muito provavelmente - roubados! Nestas questões, há algo que, não sendo pior, nem sequer tão mau como estar sem carro ou ser-se vítima da ganância de quem presta o serviço, não deixa de nos incomodar: os palpites dos sabidolas masculinos da família, que se armam em mecânicos de bancada e se investem do direito de, por outras palavras, nos porem umas orelhinhas de asno - "Isso é muito caro, estão a levar-te... e bem!", "É demasiado tempo.", "Devias ter ido a outra oficina.". Quando acusei o problema, onde estavam todos?
Por tudo isto, pelo céu cinzento que augura chuva, pelo pingo no nariz, os espirros e a temperatura que chegaram de armas e bagagens, vou mas é deixar-me levar pela voz suave da Jolie Holland e passar pelas brasas, porque "tristezas não pagam dívidas"...
Até logo!

3 comentários:

Astor disse...

o que tinha o teu pópó?

deep disse...

O meu popó queimou a junta da colaça, Astor. Pelos vistos, complicado e caro... :(

Anónimo disse...

E s pedisses a ualgum sr amigo p o ir 'resgatar', só p ñ t levarem?

As Melhoras, e mtos bjinhos

rubia