quarta-feira, novembro 02, 2005

Ama-me... se puderes...

Ama-me... se puderes...
Liberta as lágrimas  
Que sufocam a garganta.  

Ama-me... se puderes.  
Deixa as minha lagrimas em fio  
Escorrerem pelas tuas mãos. 

 Ama-me... se puderes.  
Abraça-me até não sentir medo.  
Deixa que a noite serene o grito  
Que sabemos inútil,  
O gesto que adivinhamos excessivo.  

Ama-me, se puderes, 
Como sou, como somos.  

Ama-me... se puderes, 
Sem perguntas inúteis  
De respostas vãs.  

Não me ames... se não puderes... 
Antes isso à solidão 
Das esperas prometidas...

Deep

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